<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413</id><updated>2009-12-08T08:24:55.391-08:00</updated><title type='text'>Fisioterapia Ortopédica</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6689599964600251121</id><published>2009-12-01T05:30:00.001-08:00</published><updated>2009-12-01T05:30:05.608-08:00</updated><title type='text'>Avaliação ortopédica do ombro</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;div&gt;O ombro corresponde à associação de 3 articulações na acepção real do termo (esterno-clavicular, acromioclavicu lar e glenoumeral) e mais uma "articulação" do ponto de vista funcional que é a escapulotorácica, todas funcionando sincronicamente. Tem pouco conteúdo ósseo, grande massa muscular e poucas conexões articulares com o esqueleto axial. Isto confere à região grande amplitude e variação de movimento.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;A clavícula é um osso superficial, que pode ser visto e palpado em toda sua extensão. Atua como suporte do ombro e é a única conexão óssea entre o membro superior e o tronco. Devem ser identificadas e palpadas as articulações esternoclavicular e acromioclavicular que se caracterizam por ter pouca movimentação. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A patologia mais freqüente destas articulações é a luxação traumática que provoca um desnivelamento entre os dois componentes articulares e deformidade local. Na articulação acrômio clavicular, pode existir um desnivelamento natural que varia muito de pessoa para pessoa, sendo necessário o exame do lado normal para comparação e avaliação do grau real de desvio patológico. Isto é importante porque o tratamento é baseado neste grau de desvio. Na face anterior do ombro, são referências anatômicas o processo coracóide, a borda anterior do acrômio e a tuberosidade menor do úmero. Anterolateralmente, palpa-se a tuberosidade maior do úmero, a extremidade distal do acrômio e o sulco bicipital. Posteriormente, deve-se palpar a espinha escapular que serve de referência para localização do processo espinhoso de T2 e o ângulo inferior da escápula que serve para localizar o processo espinhoso de T7. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O contorno arredondado do ombro é devido à massa muscular do deltóide e à cabeça umeral, contida na cavidade glenóide. Processos levando ao desuso do membro superior, freqüentemente provocam atrofia da musculatura da cintura escapular, sendo importante fazer exame comparado com o outro lado. O deltóide tem forma triangular, sendo composto por três porções que podem atuar independentemente. A porção anterior, funcionalmente a mais importante, faz flexão do braço; a porção lateral, mais volumosa, realiza a abdução e a porção posterior relaciona-se com a extensão. Os três componentes recebem inervação do nervo circunflexo ou axilar que contorna o colo do úmero para suprir a fibras musculares. Nesta região o nervo é vulnerável e pode ser lesado, especialmente nas fraturas do colo do úmero e nas luxações gleno-urnerais.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Outros grupos musculares devem ser identificados e testados. A massa muscular do peitoral maior é avaliada e palpada. O contorno superior da cintura escapular é dado pela porção superior do músculo trapézio que, freqüentemente, torna-se doloroso em virtude de um processo patológico denominado fibromialgia. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Outro importante grupo muscular é o manguito rotador que é composto pelos músculos supra-espinhal, infra-espinhal, redondo menor e subescapular. Estes músculos têm origem diversa em torno da escápula, mas todos se inserem nas tuberosidades umerais. Apresentam ação independente porém, conjuntamente, atuam fixando a cabeça do úmero na glenóide, estabelecendo um fulcro para atuação de outros músculos, especialmente do deltóide. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Quando se pesquisa a movimentação é muito importante observar a escápula que só começa e deve começar a movimentar-se significativamente após se esgotar o movimento na articulação glenoumeral. Se ela se mobiliza precocemente há inversão do processo normal, indicando uma movimentação espúria. &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;A articulação do ombro é a mais móvel do corpo humano e os movimentos pesquisados são: flexão, extensão, abdução, adução, rotação interna e rotação externa. A amplitude de todos os movimentos é dada em graus, com exceção da rotação interna que é pesquisada solicitando-se ao paciente para colocar a mão nas costas. Quanto maior a rotação, mais alto conseguirá alcançar, desde a região glútea até os processos espinhosos torácicos proximais.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;A abdução normal ativa inicia-se com a contração dos músculos do manguito rotador que abduzem os primeiros graus e, depois, fixam a cabeça umeral na glenóide por contração ativa. Em seguida, o deltóide começa a contrair-se abduzindo até mais ou menos 100 graus. Depois disto a abdução é completada pela báscula da escápula, chegando até 160-180 graus.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;Quando há ancilose glenoumeral a escápula começa a bascular já nos primeiros graus e a abdução, geralmente, não ultrapassa 80 graus. Rupturas do manguito rotador levam à incapacidade de abdução, pela falta de fulcro da cabeça do úmero. Completando a avaliação da movimentação, solicita-se ao indivíduo que faça elevação e  abaixamento&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;dos ombros, bem como anteflexão e retropulsão deles.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Testes Especiais&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste da apreensão: nos casos de luxação anterior recidivante do ombro, fazendo-se, passivamente, abdução e rotação externa, o paciente pressente que seu ombro luxará. Para evitar isto ele opõe resistência ao movimento e assume expressão facial apreensiva &lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Paralisia do grande denteado faz com que a escápula fique afastada do gradeado costal - escápula alada. A melhor maneira de se pesquisar a escápula alada é solicitar ao paciente que empurre a parede. &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6689599964600251121?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/6689599964600251121/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/12/avaliacao-ortopedica-do-ombro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6689599964600251121'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6689599964600251121'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/12/avaliacao-ortopedica-do-ombro.html' title='Avaliação ortopédica do ombro'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8662591929255867482</id><published>2009-11-27T05:47:00.000-08:00</published><updated>2009-11-27T05:47:00.594-08:00</updated><title type='text'>O método Rolfing</title><content type='html'>&lt;p&gt;Criado e desenvolvido pela bioquímica americana Ida P. Rolf, o Rolfing®, há  20 anos no Brasil, é uma terapia corporal amplamente reconhecida, que tem por  objetivo levar o corpo a uma condição mais equilibrada e harmoniosa de postura e  movimento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Através de toques altamente especializados, profundos e precisos, o  profissional de Rolfing® elimina as tensões e encurtamentos musculares que  causam as dores, alteram a postura e dificultam os movimentos. O rolfista também  ensina o cliente como usar melhor seu corpo para não sobrecarregá-lo durante as  diferentes atividades físicas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O trabalho do profissional tem início com a observação e análise da estrutura corporal e dos padrões do movimento do cliente. Juntos, profissional e cliente, discutem as suas sensações e percepções, observando o alinhamento dos segmentos do corpo, a relação deles entre si, áreas de imobilidade e de tensão, áreas com rotações e torções, como também problemas específicos (geralmente dores) trazidos pelo cliente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Rolfing® é geralmente aplicado em uma série inicial básica de dez a quinze  sessões individuais de manipulação dos tecidos e reorganização do corpo. Essas  sessões se desenvolvem numa seqüência lógica em que cada uma delas é, ao mesmo  tempo, uma continuação da anterior e uma preparação para a próxima. Cada sessão  tem objetivos específicos e trabalha com determinadas áreas do corpo,  determinadas regiões anatômicas e diferentes níveis de profundidade. Sem nunca  perder de vista a integração do corpo como um todo, os objetivos do Rolfing® vão  sendo atingidos a cada sessão e sedimentados de forma cumulativa.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Considerando as diferenças individuais dos clientes e dadas as suas  limitações, dificuldades e qualidades específicas, o Rolfista cria um plano de  sessões com características próprias a cada cliente, sem perder de vista uma  linha básica de ação que norteia toda a série.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Juntamente a esses procedimentos, o cliente é fotografado, de corpo inteiro,  em quatro posições (frente, costas e dois perfis), antes da primeira sessão,  durante o processo e ao final da décima sessão. Essas fotografias são um valioso  instrumento de avaliação do processo, além de serem importantes para auxiliar a  percepção e reeducação do cliente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Retirado &lt;a href="http://www.rolfing-sp.com.br"&gt;daqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8662591929255867482?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/8662591929255867482/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/o-metodo-rolfing.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8662591929255867482'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8662591929255867482'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/o-metodo-rolfing.html' title='O método Rolfing'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7278060821605667299</id><published>2009-11-24T06:38:00.001-08:00</published><updated>2009-11-24T06:38:54.051-08:00</updated><title type='text'>Testes especiais para quadril</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;div&gt;Teste de Thomas: é um teste obrigatório, sendo usado para se verificar se há contratura em flexão do quadril. Patologias intra-articulares ou na vizinhança do quadril, freqüentemente, desencadeiam uma resposta reflexa antálgica no quadril que fica em semiflexão. Geralmente, esta atitude não é percebida porque é compensada pela inclinação da pelve. A manobra de Thomas consiste na eliminação da atitude compensatória da pelve, para se observar a posição real do quadril. O paciente é colocado deitado. Faz-se flexão de ambos os quadris. Com isto desfaz-se a inclinação pélvica. Mantém-se o quadril normal em flexão máxima para segurar a pelve e, vagarosamente estende-se o quadril que se quer testar. Quando há contratura em flexão o quadril não estende completamente e o ângulo formado entre a face posterior da coxa e o plano da mesa de exame corresponde à contratura em flexão existente.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Manobra de Trendelcnburg: é usada para verificar se há insuficiência do músculo glúteo médio. Como visto, este músculo tem a importante função de manter a pelve nivelada durante a marcha. Se ele está insuficiente a pelve tende a cair para o lado contrário ao do apoio. As insuficiências do glúteo médio são ocorrências freqüentes em patologias do quadril e podem existir por doenças do próprio músculo ou de sua inervação (exemplos: seqüela de poliomielite, miopatias,lesões de raízes nervosas), ou, ainda, por encurtamento da distância entre a origem e inserção do rnúsculo. &lt;/div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Isto faz com que ele fique relativamente frouxo e perca eficiência. São exemplos a luxação congênita do quadril e deformidades em varo do terço proximal do fêmur (sequelas de fratura).&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para realizar a manobra o paciente fica de pé, de frente para o examinador. Segura-se, firmemente, as duas mãos do paciente e pede-se que ele levante o pé do lado normal, fazendo apoio do lado que se quer testar. Com isto, a pelve tende a cair para o outro lado e o músculo glúteo médio contrai-se para manter o nivelamento dela. Se ele estiver insuficiente o nivelamento não é mantido e a pelve cai para o lado oposto ao do apoio. Reflexamente, o paciente para não se desequilibrar, inclina o tronco para o lado do membro apoiado. Com isto, ele consegue trazer o centro de gravidade sobre o quadril, diminuindo o braço de alavanca e aliviando o músculo. Portanto, o Trendelenburg testa o músculo do lado do apoio e,&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;quando é positivo, a pelve cai para o lado contrário ao apoio e o tronco inclina-se para o mesmo lado do apoio (Figura 9). A manobra é feita, primeiramente, no lado normal ou menos afetado.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7278060821605667299?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/7278060821605667299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/testes-especiais-para-quadril.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7278060821605667299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7278060821605667299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/testes-especiais-para-quadril.html' title='Testes especiais para quadril'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-616252184019098958</id><published>2009-11-21T09:43:00.001-08:00</published><updated>2009-11-21T09:43:17.580-08:00</updated><title type='text'>Avaliação da Marcha na Ortopedia</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt;&lt;div&gt;Marcha é a seqüência dinâmica de eventos que permitem que o indivíduo se desloque, mantendo a posição bípede. É uma atividade complexa, resultante de ações reflexas e voluntárias. A marcha normal é clica, com fases alternando-se com o apoio e balanço do membro inferior. A fase de apoio inicia-se com o toque do calcanhar, segue-se com o apoio completo do pé, impulsão (apoio no antepé) e desprendimento.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em seguida, o pé deixa o solo e inicia fase de balanço. Sem o apoio, entra em fase de aceleração, desaceleração para, novamente ir ao solo com o toque do calcanhar. Enquanto um pé se apóia, o outro está elevado. Há, associadamente, balanço do tronco,e movimentos pendulares alternados dos membros superiores, também realizando aceleração e desaceleração. O membro superior de um lado acompanha o membro inferior do lado oposto.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Há muitos tipos de marcha alterada. A marcha é antálgica quando a fase de apoio do lado doloroso está encurtada e, geralmente, acompanhada de um esboço de saltitar na tentativa de aliviar o peso. Na marcha por insuficiência do glúteo médio, o tronco inclina-se exageradamente para o lado do apoio. Quando a insuficiência é bilateral o tronco balança para um lado e para o outro, caracterizando a marcha anserina. Esta marcha é típica de muitas miopatias, da luxação congênita do quadril bilateral e da coxa vara bilateral. Marcha talonante é quando o toque do calcanhar é feito com muita intensidade, produzindo um som típico. Ocorre em neuropatias que afetam a sensibilidade profunda e percepção vibratória. Na marcha espástica, o indivíduo anda como se fosse um robô, enrijecido e com movimentação grosseira.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na marcha atetóica, há exagero de movimentação, com arremesso casual dos membros, tronco e cabeça em várias direções. Na marcha por insuficiência de quadríceps, a pessoa coloca a mão no joelho para bloqueá-lo, na fase de apoio. Na marcha em eqüino, o indivíduo apóia apenas a ponta dos pés.&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste Especial&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Teste de Galeazzi: Serve para verificar se há diferença de comprimento nos membros inferiores. O indivíduo é colocado em decúbito dorsal, em posição simétrica, com os membros inferiores fletidos de modo a manter os pés juntos. Quando há discrepância de comprimento dos membros os topos dos joelhos ficam em alturas diferentes. Esta discrepância pode ser causada por encurtamento real do membro ou apenas funcional, como acontece na luxação congênita do quadril.&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-616252184019098958?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/616252184019098958/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/avaliacao-da-marcha-na-ortopedia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/616252184019098958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/616252184019098958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/avaliacao-da-marcha-na-ortopedia.html' title='Avaliação da Marcha na Ortopedia'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6585540677948182576</id><published>2009-11-11T05:15:00.000-08:00</published><updated>2009-11-11T05:15:00.216-08:00</updated><title type='text'>Bola suiça na fisioterapia ortopédica</title><content type='html'>&lt;div&gt;O Fitball foi desenvolvido na Suiça nos anos 70 para tratamento de problemas posturais, principalmente da coluna, e problemas  neurológicos. Por isso a bola também pode ser reconhecida como a bola de bobath, método criado para inicialmente tratar problemas neurológicos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Desde então, por sua grande aplicação clínica, a Bola Suíça tem sido usada desde reabilitação neurológica a reabilitação desportiva.  O profissional deve conhecer bem o seu paciente e os  exercícios e usar o bom senso para um resultado mais seguro e eficiente. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a bola pode-se realizar diversos exercícios para fortalecimento de membros inferiores e superiores, melhorar flexibilidade em segmentos corporais  além de ser uma maneira divertida de se exercitar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A terapia  sobre a bola é útil no tratamento de pacientes em todas as áreas da  fisioterapia: casos agudos e crônicos, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI),  neurologia, cardiologia, ortopedia e postura (Correção Postural sobre a Bola),  medicina esportiva, distúrbios ginecológicos e incontinência, e também como  método preventivo. A bola suíça pode ser utilizada na avaliação das deficiências  de força, mobilidade, equilíbrio, coordenação e também na terapia manual. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer pessoa de qualquer idade pode realizar a  terapia sobre a Bola Suíça, porém existe a necessidade de uma avaliação  anteriormente aos exercícios.  Essa prática pode ser realizada em grupos, separados de acordo  com a idade ou com a patologia apresentada, ou ainda sessões individuais,  programada de acordo com a característica e necessidade de cada paciente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na fisioterapia ortopédica ela pode ser usada para correção de probelmas postural, alongamentos de estruturas, mobilização articular, relaxamento, melhora do tônus muscular, amplitude de movimentos e pode ser utilizada em todas as fases do tratamento, baseado na condição do paciente, de forma ativa ou passiva.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6585540677948182576?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/6585540677948182576/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/bola-suica-na-fisioterapia-ortopedica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6585540677948182576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6585540677948182576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/bola-suica-na-fisioterapia-ortopedica.html' title='Bola suiça na fisioterapia ortopédica'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-8746696042844479510</id><published>2009-11-06T05:05:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T05:05:00.271-08:00</updated><title type='text'>Dica para atualização profissional</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A atualização é importantíssima para qualquer profissional, principalmente na área da saúde. E &lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt;cursos&lt;/a&gt; extras podem ajudar muito essa atualização, principalmente depois de formado. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Embora encontrar &lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt;cursos&lt;/a&gt; que o investimento valha a pena pode ser uma missão difícil, há institutos e sites que se preocupam não só com a qualidade de conteúdo mas com a qualidades dos professores que ministram esses &lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt;cursos&lt;/a&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acesse esse&lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt; site&lt;/a&gt; e veja se há algum &lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt;curso&lt;/a&gt; que lhe interesse. São os &lt;a href="http://www.cursosdefisioterapia.net/"&gt;melhores cursos&lt;/a&gt; que eu já fiz a distância, com um instituto sério e comprometido com qualidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-8746696042844479510?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/8746696042844479510/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/dica-para-atualizacao-profissional.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8746696042844479510'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/8746696042844479510'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/11/dica-para-atualizacao-profissional.html' title='Dica para atualização profissional'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7687072342180455939</id><published>2009-10-31T14:45:00.000-07:00</published><updated>2009-10-31T14:45:00.175-07:00</updated><title type='text'>Joelho em 3D interativo</title><content type='html'>O joelho é uma articulação do corpo humano e de outros mamíferos. Formada pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia (e pela patela (rótula).&lt;br /&gt;O joelho ainda possui ligamentos que estabilizam a articulação, auxiliados pelos meniscos (interno ou medial e externo ou lateral), que estabilizam o joelho, e amortecem os impactos sobre as cartilagens.&lt;br /&gt;A chave para uma articulação de joelho saudável é a estabilidade da articulação. A configuração óssea, os meniscos, os ligamentos, a cápsula e os músculos que cercam a articulação do joelho produzem a sua estabilidade.&lt;br /&gt;Os ligamentos são os estabilizadores primários para a translação anterior e posterior, angulação vara e valga, e para a rotação interna e externa da articulação do joelho. O ligamento cruzado anterior (LCA) é a restrição predominante ao deslocamento tibial anterior, pois aceita 75% da força em extensão completa e um adicional de 10% (até 90.º) de flexão do joelho. Com esses dados fica evidente que o LCA é o mais exigido no dia a dia de uma pessoa saudável, que pratica esporte por lazer ou profissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;Cds e Dvds Universitarios&lt;/a&gt; oferecem um cd interativo de tratamento de joelho por um preço especial a leitores desse blog. Aproveite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="cdsuniversitarios@gmail.com"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="1000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="Cd de Joelho - Promocao Blog"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="800"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnComprar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUTOS ORTOPÉDICOS ESSENCIAIS. &lt;a href="http://www.google.com.br/aclk?sa=L&amp;ai=CEEzHRmxvSsT6CaSbngey0flN2szRrgH6__uPCsC1mgUQBCDIgKIIKAlQqfjUjvv_____AWDN-OeAoAPIAQGpAlLqlVIs4KE-qgQZT9C8o0sXQmd-l6A0V5ip6iOZobBKu3nfSg&amp;num=4&amp;sig=AGiWqty7qkKHC1s1O5sKIvDEcvYfTLCv5w&amp;q=http://www.lfequipamentos.com.br/home_categoria.aspx%3FCategoriaID%3D24%26Categoria%3DProdutosortopedicos"&gt;CLIQUE&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse post é um post &lt;a href="http://blog.chakalat.net/2009/02/publicidade-nos-blogs.html"&gt;publieditorial&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7687072342180455939?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/7687072342180455939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/joelho-em-3d-interativo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7687072342180455939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7687072342180455939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/joelho-em-3d-interativo.html' title='Joelho em 3D interativo'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5776895316593218979</id><published>2009-10-24T15:36:00.001-07:00</published><updated>2009-10-24T15:36:27.099-07:00</updated><title type='text'>Fisioterapia na Tendinite Poplitea</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;img style="WIDTH: 149px; HEIGHT: 292px" height="292" src="http://www.fisionet.com.br/upload/galerias/74.jpg" width="111"&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font face="Times New Roman"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt; &lt;p align="left"&gt;O músculo poplíteo é um rotador interno tibial quando o membro está suspenso e um rotador externo femoral quando o membro está apoiado e próximo da posição de extensão do joelho. Ele é o único músculo isolado que funciona como monoarticular no joelho e o único músculo do organismo cuja parte carnosa é distal e a tendinosa é proximal.&lt;/p&gt; &lt;/font&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt; &lt;p align="left"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;Existe assimetria cinemática entre os dois compartimentos do joelho, como reflexo da assimetria anatômica existente entre eles. O compartimento externo do joelho é o compartimento do movimento, enquanto o compartimento medial é o do apoio. O compartimento externo é o que regula a rotação e nele já existe uma decoaptação fisiológica; em razão disso, necessita de fortes contensores para contrabalançar principalmente os movimentos de rotação associados ao varo do joelho. O músculo poplíteo faz parte dessa contenção através de uma estabilização ativa e também passiva, opondo-se ao avanço do c ôndilo externo quando da rotação externa tibial. As estruturas que compõem o sistema poplíteo, quando os limites da estabilidade são ultrapassados, ficam vulneráveis, aparecendo então as lesões bastante freqüentes nas instabilidades anteriores do joelho. Nas instabilidades anteriores crônicas, o menisco lateral fica mais sujeito a lesões por desinserção do seu corno posterior, devido a rupturas dos fascículos popliteomeniscais, ocasionando maior mobilidade do menisco lateral. &lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;O exame clínico do compartimento lateral é, por vezes, relegado a avaliação superficial; porém, existem muitos dados que podem ser  constatados com uma boa investigação clínica e artroscópica. Os traumas torcionais do joelho exigem sempre avaliação funcional que permita estabelecer o inventário dos danos sobre os contensores secundários póstero-laterais, tanto nas lesões agudas como nas instabilidades crônicas do joelho.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p align="left"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;Os pacientes com lesões do joelho provocadas por episódio agudo de falseio articular acusam dor na região lateral e póstero-lateral, seguida freqüentemente de edema e às vezes de equimose. Muitas das vezes, apresentam dor e edema localizados sobre a região do poplíteo e dos elementos do sistema poplíteo, sendo queixa freqüente ao primeiro exame.&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;A tendinite poplítea é o desgaste no tendão que liga o músculo poplíteo, inferiormente no joelhoa esquerda. A principal função desse tendão é evitar que a perna sofra rotação externa durante a corrida. A rotação interna excessiva do pé (pronação) e as corridas descendentes tende a causar tensão excessiva sobre esse tendão, podendo provocar a sua ruptura. Então há de se observar um desnivel de alinhamento de ossos da perna com ossos da coxa e sua musculatura ajuda a identificar possíveis causas desta tendinite&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;A dor e a inflamação, particularmente quando o indivíduo realiza corridas descendentes, ocorrem ao longo do lado de fora do joelho. O indivíduo não deve correr até deixam de apresentar dor na região e não deve realizar corridas descendentes após retomar a prática dessa atividade. O ciclismo é um bom exercício alternativo durante o período de convalescença. As palmilhas para calçados, especialmente uma cunha triangular (cunha de varo) colocada na frente do calcanhar, podem ajudar a impedir que o pé rode para dentro.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;O tratamento de fisioterapia visa diminuir imediatamente a dor e a inflamação com utilização de crioterapia uso de ultrasom, laser e outros recursos que tem esse objetivo. Na cinesioterapia pode-se utilizar exercícios para revitalizar a região poplitea com alongamentos e mobilizações passivas e ativas dependendo do grau de lesão.&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;font face="arial,helvetica,sans-serif"&gt;&lt;/font&gt; &lt;/div&gt; &lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5776895316593218979?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/5776895316593218979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/fisioterapia-na-tendinite-poplitea.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5776895316593218979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5776895316593218979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/fisioterapia-na-tendinite-poplitea.html' title='Fisioterapia na Tendinite Poplitea'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-3339419221152212209</id><published>2009-10-13T10:26:00.000-07:00</published><updated>2009-10-13T10:26:00.213-07:00</updated><title type='text'>Hoje é dia da Fisioterapia. Parabens profissionais!</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: monospace; font-size: 12px; line-height: 15px; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;object height="385" width="480"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/_-rZIdnKHPE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/param&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/param&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/param&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/_-rZIdnKHPE&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x234900&amp;amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;  E faça do &lt;b&gt;hoje&lt;/b&gt; o ínicio para um futuro melhor. Revolucione, Renove, Invista, Resgate, Recile e Lute.   Seja perseverante, vença o cansaço, seja sincero. 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Parabens profissionais!'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-736981899816888579</id><published>2009-10-11T11:28:00.000-07:00</published><updated>2009-10-11T11:29:00.453-07:00</updated><title type='text'>Promoção "Tá na Mão"</title><content type='html'>&lt;br&gt; &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: &amp;#39;Times New Roman&amp;#39;; font-size: medium; "&gt;&lt;div style="text-align: center; "&gt;&lt;div style="text-align: left; "&gt;&lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt; &lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;&lt;img src="http://www.portaleducacao.com.br/sorteio/recorte/topo_regulamento.jpg" height="70" width="420"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font class="Apple-style-span" face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large; "&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; "&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;font face="arial, helvetica, sans-serif"&gt;O &lt;a href="http://www.portaleducacao.com.br/?afilID=1346"&gt;Portal Educação&lt;/a&gt;, parceiro da Chakalat.net e seus blogs, está com uma promoção excelente você tem que participar. 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Todos somos Importantes e Precisamos Estar Lá!&lt;br&gt;Será um passeata alegre de confraternização e divulgação de nossa importante e querida profissão. Compareça com a sua família!&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-353001118641632391?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/353001118641632391/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/caminhada-ods-40-anos-da-regulamentacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/353001118641632391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/353001118641632391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/10/caminhada-ods-40-anos-da-regulamentacao.html' title='Caminhada ods 40 anos da regulamentação da profissão'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4508780905987927945</id><published>2009-09-15T16:39:00.001-07:00</published><updated>2009-09-15T16:51:27.357-07:00</updated><title type='text'>Newsletter sobre Fisioterapia</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_AeCxz-XjGZk/SrAobQRJfzI/AAAAAAAAAE8/gynxleXYXFs/s1600-h/newsfisio.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 490px; DISPLAY: block; HEIGHT: 114px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5381846003396214578" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_AeCxz-XjGZk/SrAobQRJfzI/AAAAAAAAAE8/gynxleXYXFs/s400/newsfisio.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_AeCxz-XjGZk/SrAnuCu4KjI/AAAAAAAAAEs/h8imCtm6tnA/s1600-h/newsfisio.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Inauguramos a nossa newsletter sobre Fisioterapia. 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Isto ocorre devido ao maior envolvimento desses indivíduos com práticas desportivas colectivas e que implicam a realização de movimentos de desaceleração brusca e mudanças de direcção. Se compararmos homens e mulheres de uma mesma faixa etária que praticam a mesma actividade desportiva, podemos verificar que as mulheres, devido a particularidades anatômicas, hormonais, etc, se tornam mais suscetíveis a apresentar lesão do LCA. Assim, podemos concluir que nem a idade nem o sexo são factores de prognóstico de quem vai desenvolver instabilidade anterior do joelho. &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;diagnóstico&lt;/strong&gt; baseia-se na história e no exame clínico do joelho. Segundo diversos autores o exame físico deve ser iniciado examinando-se em primeiro lugar o joelho sadio dado que assim o doente vai-se sentir mais confiante e seguro quando se partir para a avaliação do joelho lesado. &lt;br&gt;  O exame físico deve compreender manobras de inspecção, nas quais se vai avaliar a marcha, arco de movimento, posições antálgicas, presença de edema, hematoma  e atrofia  muscular (principalmente do quadrícepete). Após a inspecção, passa-se à palpação que tem como objectivo avaliar os pontos de dor, derrames articulares, processos inflamatórios e crepitação local. Depois de concluída a inspecção e a palpação passa-se à execução de testes específicos para avaliação da integridade do cruzado anterior (ex. teste da gaveta anterior). &lt;br&gt;  A ressonância magnética é o exame mais confiável que pode auxiliar no diagnóstico de rupturas ligamentares e de lesões meniscais, no entanto, a sua realização e interpretação necessita de grande experiência. &lt;br&gt;Em suma, uma boa história com um exame físico completo e detalhado são ainda o melhor método de diagnóstico das lesões do ligamento cruzado anterior, embora os exames complementares auxiliem as informações clínicas.&lt;/p&gt;   &lt;p&gt;As &lt;strong&gt;lesões &lt;/strong&gt;do ligamento cruzado anterior ocorrem geralmente após entorses seguidas de derrames, na maior parte das vezes sanguilentos (hemartrose). A sua ruptura é a lesão mais comum nos jogadores de futebol.&lt;br&gt;  O mecanismo clássico de lesão do LCA é de uma torção com o pé fixo no solo (cadeia cinemática fechada), o que provoca uma deslocação da tíbia anteriormente em relação ao fémur. Porém outros tipos de traumatismos também podem levar a lesões do LCA, principalmente durante a pratica desportiva.&lt;br&gt;  O LCA pode ser lesado em toda a sua circunferência ou apenas numa percentagem da mesma. As lesões parciais são frequentes, pois levam a incapacidade temporária podendo ser estáveis e não havendo ruptura na sua evolução.&lt;/p&gt;   &lt;table cellspacing="5" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;img height="288" hspace="12" src="http://www.ligamentoplastia.com/index_clip_image002_0000.jpg" width="359" align="middle"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;strong&gt;Fig. 4 -  &lt;/strong&gt;Mecanismo de Lesão do LCA&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;img height="320" hspace="12" src="http://www.ligamentoplastia.com/index_clip_image003.jpg" width="400" align="middle"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;strong&gt;Fig. 5 -  &lt;/strong&gt;Ruptura Parcial e Total do LCA&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;A ruptura do ligamento cruzado anterior é uma lesão frequente, invalidante e evolutiva, ocupando o tratamento cirúrgico e a fisioterapia um lugar essencial nestes casos. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;O &lt;strong&gt;tratamento cirúrgico&lt;/strong&gt; tem apresentado um grande desenvolvimento nos últimos anos, devido ao avanço tecnológico nas alternativas de enxerto e métodos de fixação. O tratamento é realizado através da substituição do ligamento lesado por um enxerto substituto. Este enxerto pode ser uma parte do tendão rotuliano, ou tendões dos isquiotibiais, do próprio paciente ou enxertos de cadáveres (ex.: tendão calcâneano). A sutura directa do ligamento rompido não apresenta bons resultados. O objectivo na cirurgia é colocar o enxerto substituto na localização e tensão do ligamento original. O enxerto pode ser fixado através de parafusos, fios, pinos e arruelas. &lt;/p&gt;   &lt;table cellspacing="5" width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt; &lt;table width="100%" border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;img height="254" hspace="12" src="http://www.ligamentoplastia.com/index_clip_image007.jpg" width="190" align="middle"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;img height="254" hspace="12" src="http://www.ligamentoplastia.com/index_clip_image005.jpg" width="191" align="middle"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;strong&gt;Fig. 6 e 7 -  &lt;/strong&gt;Fixadores usados no tratamento cirúrgico.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;img height="320" hspace="12" src="http://www.ligamentoplastia.com/index_clip_image008.jpg" width="400" align="middle"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="center" align="middle"&gt;&lt;strong&gt;Fig. 8 -  &lt;/strong&gt;Tratamento Cirúrgico&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt; &lt;p&gt;Quando se está perante uma ruptura do ligamento cruzado anterior a prática de desporto não é aconselhada, dado que o joelho encontra-se instável. &lt;br&gt;O &lt;strong&gt;tratamento conservador&lt;/strong&gt; (não cirúrgico) é executado em pacientes mais idosos, sem a ambição de praticar desporto, e é realizado através da fisioterapia, com fortalecimento dos músculos que ajudam a impedir a anteriorização da tíbia. &lt;br&gt;  A ruptura do ligamento muitas vezes favorece as lesões meniscais, sendo necessário recorrer-se à reconstrução do ligamento antes destas aparecerem. Nestes casos, se possível, o tratamento cirúrgico visa uma sutura da lesão meniscal associada a uma reconstrução ligamentar.&lt;br&gt;  A evolução de uma lesão não tratada do LCA num jovem desportista traduz-se no aparecimento de Artroses (desgaste da cartilagem) vinte a trinta anos mais tarde após a lesão inicial.  &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nas &lt;strong&gt;lesões agudas&lt;/strong&gt;, o exame é difícil devido à dor (de intensidade variável devido à tensão que o edema provoca na cápsula) e ao espasmo muscular. A presença de hemartrose leva à grande suspeita de lesão do ligamento cruzado. Nestes casos, o melhor tratamento é a cirurgia, onde se vai proceder à reconstrução do ligamento. No entanto, após reconstrução do ligamento é fundamental a fisioterapia, actuando com o objectivo de diminuir a sintomatologia apresentada pelo doente. Assim, uma vez que o utente apresenta inflamação, o nosso primeiro passo a dar vai ser no sentido de diminuir essa inflamação, e para tal pode-se utilizar como meio de tratamento o gelo, a drenagem linfática e a elevação. Durante este estádio também podem ser realizados movimentos passivos e activos dentro da amplitude não dolorosa (grau A) e o treino proprioceptivo. Como consequência da intervenção cirúrgica muitas vezes surgem atrofias musculares do quadricipete, isquiotibiais, adutores e abdutores da coxa e por vezes dos gémeos. Quando estas atrofias estão presentes é necessário o fortalecimento desses músculos, assumindo aqui a electroterapia um papel fundamental. Durante o processo inflamatório e enquanto não se restabelece completamente a amplitude de movimento, o uso de muletas torna-se essencial para a descarga parcial do peso.  &lt;/p&gt;   &lt;p&gt;Na etapa do tratamento correspondente à &lt;strong&gt;lesão crónica&lt;/strong&gt;, e depois de atingidas as metas anteriores, a actuação da fisioterapia vai ter por base o trabalho muscular, o treino proprioceptivo e a reeducação desportiva.&lt;/p&gt;   &lt;ol type="1"&gt; &lt;li&gt;&lt;u&gt;Fortalecimento Muscular:&lt;/u&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;O início de um trabalho muscular mais intenso após a fase aguda, visa aumentar a resistência e força dos grupos musculares que cruzam o joelho. Um ênfase maior deve ser dado às estruturas que posteriorizam a tíbia (isquiotibiais e gastrocnémios). &lt;br&gt;  Os exercícios em cadeia cinemática aberta e fechada são excelentes para aumentar a resistência e força dos músculos trabalhados, no entanto, não nos podemos esquecer que os exercícios em cadeia cinemática aberta devem ser executados com muita cautela dado que podem ser agressivos para a articulação fémur patelar. Os exercícios em cadeia cinemática fechada são os mais indicados dado que não provocam a anteriorização da tíbia.&lt;/p&gt;   &lt;ol type="1" start="2"&gt; &lt;li&gt;&lt;u&gt;Treino Proprioceptivo:&lt;/u&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;A propriocepção pode ser definida como a capacidade inconsciente de sentir o movimento e a posição de uma articulação no espaço. No joelho ela é mediada por mecano-receptores situados nas suas principais estruturas como LCA, LCP, ligamentos colaterais, cápsula articular, tendão patelar ,meniscos etc. No paciente com lesão de LCA ao qual se institui um tratamento conservador , deve-se "treinar" o mesmo a usar os mecanoreceptores íntegros, principalmente os capsulares que seriam aqueles, segundo Solomonov, os responsáveis pela co-contraçao dos isquiotibiais e gastrocnêmicos levando a uma proteção do joelho contra os ¨falseios¨. &lt;br&gt;  A propriocepção é inicialmente trabalhada de uma maneira consciente por meio de exercícios de equilíbrio, de postura do joelho no espaço e tempo correcto de atuação dos músculos flexores, etc. A repetição exaustiva deste treino consciente fará com que o mesmo se torne automático, e inconsciente preparando o paciente a usar seus músculos flexores antes de chocar o pé contra qualquer obstáculo, mesmo que com o solo. Existem várias técnicas (como o uso da tábua de freeman, por exemplo) para se trabalhar a proprioceptividade do joelho.  &lt;/p&gt;   &lt;ol type="1" start="3"&gt; &lt;li&gt;&lt;u&gt;Reeducação Desportiva:&lt;/u&gt; &lt;/li&gt;&lt;/ol&gt; &lt;p&gt;Todas as actividades desportivas que envolvem saltos, mudanças bruscas de direcção e velocidade provocam um grande stress sobre o joelho com deficiência de LCA, proporcionando com isso oportunidades de aparecimento dos "falseios" de repetição. A mudança de hábitos desportivos competitivos ou não, é talvez o factor mais importante no bom resultado do tratamento conservador da lesão do LCA, para tal, deve-se estimular a prática de actividades desportivas de baixo risco para o joelho como natação, ciclismo, jogging, ou mesmo de médio risco não competitivo como tênis, esqui aquático, etc. &lt;br&gt;  No caso da reeducação desportiva não ser possível de ser executada, as ortóteses também podem fazer parte do tratamento dos indivíduos com lesão do LCA ligados ao desporto, dado que estas bloqueiam a anteriorização da tíbia apenas quando são submetidas a grandes esforços e não quando são submetidas a esforços funcionais. &lt;br&gt;  A possível acção da órtese seria aumentar e melhorar a propriocepção do joelho através da estimulação de mecanoreceptores cutâneos, situados nas suas áreas de apoio. Os pacientes em sua maioria, relatam melhoras funcionais com o uso das órteses, que consciente ou inconscientemente aumentam a atenção do paciente para com o seu joelho, diminuindo assim as oportunidades de novos "falseios".&lt;br&gt;  A reabilitação após a reconstrução do ligamento cruzado anterior inclui o ganho da amplitude de movimento logo no pós-operatório. Aproximadamente 90% dos pacientes terão um joelho normal após a reconstrução.&lt;/p&gt; &lt;div&gt;O tratamento da lesão do cruzado anterior é individualizada, pois depende do grau de instabilidade, lesões associadas, nível de actividade do paciente, idade, demandas no trabalho e condição médica geral.&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.ligamentoplastia.com/" target="_blank"&gt;www.ligamentoplastia.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7795502879863464563?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/7795502879863464563/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/ligamentoplastia-de-lca.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7795502879863464563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7795502879863464563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/ligamentoplastia-de-lca.html' title='Ligamentoplastia de LCA'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1522436388561852417</id><published>2009-08-20T14:25:00.000-07:00</published><updated>2009-08-20T14:25:00.167-07:00</updated><title type='text'>A teoria da fisioterapia na traumato-ortopedia</title><content type='html'>A área de traumato-ortopedia é a área mais famosa tanto para pacientes quanto para profissionais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa área é uma das principais áreas de atuação do fisioterapeuta&gt; portanto saber testes ortopédicos, tratamentos eficientes das principais patologias é essencial para o fisioterapeuta. Ter conteúdo atualizado para estudar e tirar dúvidas é importante. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;Cds e Dvds Universitarios&lt;/a&gt; oferecem um cd de conteudo em fisioterapia na ortopedia por um preço especial a leitores desse blog. 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Possui três articulações: úmero-ulnar, entre a tróclea do úmero e a incisura troclear da ulna, úmero-radial, entre o capítulo do úmero e a cabeça do rádio e rádio-ulnar proximal, entre a cabeça do rádio e a incisura radial da ulna.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;As superfícies articulares são reunidas por uma cápsula que é espessada medial e lateralmente pelos ligamentos colaterais ulnar e radial.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;&lt;u&gt;Cápsula Articular&lt;/u&gt; - Circunda toda a articulação e é formada por duas partes: anterior e posterior. A parte anterior é uma fina camada fibrosa que recobre a face anterior da articulação. A parte posterior é fina e membranosa e consta de fibras oblíquas e transversais.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Colateral Ulnar&lt;/u&gt; - É um feixe triangular espesso constituído de duas porções: anterior e posterior, unidas por uma porção intermediária mais fina.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Colateral Radial&lt;/u&gt; - É um feixe fibroso triangular, menos evidente que o ligamento colateral ulnar.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;A articulação rádio-ulnar proximal é uma juntura trocóide ou em pivô, entre a circunferência da cabeça do rádio e o anel formado pela incisura radial da ulna e o ligamento anular.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;dd&gt;&lt;u&gt;Ligamento Anular&lt;/u&gt; - É um forte feixe de fibras que envolve a cabeça do rádio, mantendo-a em contato com a incisura radial da ulna. Da borda inferior do ligamento anular sai um feixe espesso de fibras que se estende até o colo do rádio, denominado &lt;i&gt;ligamento quadrado&lt;/i&gt;.  &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="funbarra3.jpg" height="35"&gt;&lt;font color="white" size="3"&gt; &lt;center&gt;Vista Anterior das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo1.jpg" border="1"&gt;  &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" marginheight="0" marginwidth="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="fff10.jpg" height="10" marginheight="0" marginwidth="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;font face="verdana" color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="funbarra3.jpg" height="35"&gt;&lt;font color="white" size="3"&gt; &lt;center&gt;Vistas Lateral e Medial das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo2.jpg" border="1"&gt;  &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" marginheight="0" marginwidth="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="fff10.jpg" height="10" marginheight="0" marginwidth="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;font face="verdana" color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt; &lt;center&gt; &lt;table border="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="funbarra3.jpg" height="35"&gt;&lt;font color="white" size="3"&gt; &lt;center&gt;Vistas Anterior e Posterior das Estruturas Articulares do Cotovelo &lt;/center&gt;&lt;/font&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;img src="http://auladeanatomia.com/artrologia/cotovelo3.jpg" border="1"&gt;  &lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="0" marginheight="0" marginwidth="0"&gt; &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt; &lt;td width="562" background="fff10.jpg" height="10" marginheight="0" marginwidth="0" cellspacing="0" cellpadding="0"&gt;&lt;font face="verdana" color="black" size="1"&gt;&lt;u&gt;Fonte&lt;/u&gt;: NETTER, Frank H.. Atlas de Anatomia Humana. 2ed. Porto Alegre: Artmed, 2000.&lt;/font&gt; &lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/center&gt;&lt;br&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/dd&gt;&lt;/p&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-3311228824456834455?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/3311228824456834455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/anatomia-da-articulacao-do-cotovelo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3311228824456834455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/3311228824456834455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/anatomia-da-articulacao-do-cotovelo.html' title='Anatomia da articulacao do cotovelo'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6534626739330118537</id><published>2009-08-04T19:14:00.000-07:00</published><updated>2009-08-04T19:14:00.138-07:00</updated><title type='text'>Links de Ortopedia</title><content type='html'>&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo_fisioweb.asp?p=luxacaoquadril"&gt;Doença Congênita de quadril&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://facafisioterapia.chakalat.net/2007/08/dor-miofascial.html"&gt;Dor miofascial&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.wgate.com.br/conteudo_fisioweb.asp?p=lesao_meniscal"&gt;Lesão Meniscal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://facafisioterapia.chakalat.net/2009/01/importancia-da-avaliao-postural.html"&gt;Importância da Avaliação Postural&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://facafisioterapia.chakalat.net/2007/07/fisioterapia-na-atm.html"&gt;Fisioterapia na ATM&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6534626739330118537?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/6534626739330118537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/links-de-ortopedia.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6534626739330118537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6534626739330118537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/08/links-de-ortopedia.html' title='Links de Ortopedia'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-332672748139555654</id><published>2009-07-28T14:57:00.000-07:00</published><updated>2009-07-28T15:02:26.758-07:00</updated><title type='text'>Semiologia ortopédica</title><content type='html'>O cd contém varios vídeos com manobras, realizadas em ortopedia.&lt;br /&gt;Mesmo com todos os avanços ocorridos na área de diagnóstico por imagem, o exame físico deltalhado continua e continuará sendo fundamental para o om exercício da pratica médica.&lt;br /&gt;O cd mostra manobras e testes selecionados por especialistas de cada uma das áreas abordadas: Trauma raquimedular, ombro-cotovelo, punho-mão, quadril, joelho e tornozelo-pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs: O cd não contem audio é somente demonstrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;Cds e Dvds Universitarios&lt;/a&gt; oferecem um cd interativo de semiologia ortopédica por um preço especial a leitores desse blog. Aproveite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/security/webpagamentos/webpagto.aspx" method="post"&gt;&lt;input type="hidden" name="email_cobranca" value="cdsuniversitarios@gmail.com"&gt;&lt;input type="hidden" name="tipo" value="CP"&gt;&lt;input type="hidden" name="moeda" value="BRL"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_id_1" value="1000"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_descr_1" value="Cd de fisioterapia na neurologia - Promocao Blog"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_quant_1" value="1"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_valor_1" value="800"&gt;&lt;input type="hidden" name="item_frete_1" value="000"&gt;&lt;input type="image" src="https://pagseguro.uol.com.br/Security/Imagens/btnComprar.jpg" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!"&gt;&lt;/form&gt;&lt;!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LIVRO DE ORTOPEDIA COM PREÇO ESPECIAL. VEJA &lt;a href="http://www.google.com.br/aclk?sa=l&amp;ai=CSk9HLnNvStKIDKaYNMn2saoGiJ-MbLyM6LkOyrWaBRACIMiAoggoCVDQyNS1BmDN-OeAoAOgAabnoO8DyAEBqQKxTHLq7d-hPqoEGU_QuORmS4kHGeQGi14EwgL9BD0_mdUZb94&amp;num=2&amp;sig=AGiWqtw1DgJ4iz6P0IR9UV1gGA34Lyxftw&amp;q=http://www.elsevier.com.br/site/segmentos/Default-Importados.aspx%3Fseg%3D7"&gt;AQUI&lt;/a&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse post é um post &lt;a href="http://blog.chakalat.net/2009/02/publicidade-nos-blogs.html"&gt;publieditorial&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-332672748139555654?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/332672748139555654/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/semiologia-ortopedica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/332672748139555654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/332672748139555654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/semiologia-ortopedica.html' title='Semiologia ortopédica'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-4470143479820532721</id><published>2009-07-24T05:30:00.000-07:00</published><updated>2009-07-24T05:30:00.495-07:00</updated><title type='text'>Coluna Vertebral em video 3D</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qigpRFN5o04&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qigpRFN5o04&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-4470143479820532721?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/4470143479820532721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/coluna-vertebral-em-video-3d.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4470143479820532721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/4470143479820532721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/coluna-vertebral-em-video-3d.html' title='Coluna Vertebral em video 3D'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-6903939510886124505</id><published>2009-07-22T19:18:00.001-07:00</published><updated>2009-07-22T19:18:28.248-07:00</updated><title type='text'>Sindrome do tunel do tarso</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;font color="#000000"&gt;A Síndrome do Túnel do Tarso é uma neuropatia do nervo do túnel do tarso, cujo sintoma fundamental é a dor na planta do pé.O presente trabalho tem como principal objetivo mostrar além do conceito, a anatomia do nervo tibial, os sinais e sintomas, a etiologia, a epidemiologia, os fatores de risco, os testes e exames, o diagnóstico, o diagnóstico diferencial, as complicações e o tratamento da síndrome do túnel do tarso, como iremos ver no desenvolvimento.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;SÍNDROME DO TÚNEL DO TARSO&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A Síndrome do Túnel do Tarso é a condição resultante da compressão do nervo tibial posterior pelo ligamento do tornozelo, sendo freqüente história de fratura ou luxação antiga do tornozelo. Por isso seria incoerente falarmos dessa síndrome sem conhecer a anatomia do nervo tibial que é a continuação direta do nervo isquiático. O nervo tibial corre profundamente pela face posterior da perna, logo abaixo do músculo solear, acompanhando a artéria tibial posterior e dirige-se para o calcâneo, depois de contornar o maléolo tibial, dividindo-se em dois ramos:&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Nervo plantar medial;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Nervo plantar lateral;&lt;br&gt;As lesões do plexo sacral e nervo isquiático freqüentemente comprometem fibras do nervo tibial. A paralisia tibial isolada e geralmente devido à lesão no ou embaixo do pescoço poplíteo, como por exemplo decorrente de ferimentos por armas de fogo ou brancas, acidentes automobilísticos ou fraturas da perna. A lesão do nervo tibial é menos comum do que a lesão no nervo fibular devido à sua localização mais profunda e curso mais protegido. As lesões que afetam o nervo tibial apresentam características clínicas, como:&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Sinais motores - incapacidade para se obter a flexão plantar, a adução ou inversão do pé, a elevação do pé que freqüentemente resulta em contratura do tibial anterior, incapacidade para se flexionar, abduzir ou aduzir os dedos. A deambulação é difícil, fatigante e dolorosa. O pé pode tornar-se deformado devido à fibrose da articulação tíbio-tarsica, e a ação sem oposição dos flexores dorsais pode produzir &amp;quot;pé em garra&amp;quot;. O reflexo aquileu encontra-se ausente.&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Movimentos suplementares - flexão plantar débil pelo fibular longo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Distúrbios sensitivos - a sensibilidade é perdida na planta do pé (exceto na borda interna), nas superfícies laterais do calcanhar e nas superfícies plantares dos dedos e falanges distais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Lesões atróficas - ocorre atrofia da região posterior da perna e dos músculos do pé. Pode ser mascarada por edema.&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Alterações vasomotoras e tróficas - estas são comuns. O pé torna-se edemaciado, descolorido e frio. São freqüentemente vistas alterações ungueais e hipotricose. Úlceras tróficas podem ocorrer sobre os maléolos, calcanhares e dedos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Lesões parciais - podem ocorrer paralisias dissociadas. As lesões da região posterior da perna poupam a inervação dos músculos desta região, de tal maneira que a perda motora acha-se limitada aos músculos do pé. Freqüência de dor.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;SINAIS E SINTOMAS&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Síndrome do túnel do tarso que caracteriza-se por dor em queimação, formigamento e fraqueza dos dedos dos pés e na região plantar. Sensação de peso nos pés, às vezes perda de sensibilidade. Os sintomas pioram a noite e pela manhã. Rigidez matinal no (s) pé (s). Dificuldade em andar.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;ETIOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A compressão do nervo tibial posterior e o retináculo flexor, entre as causas que se encontram:&lt;br&gt;* Linfomas, gânglios, neoplasias dentro do túnel do tarso;&lt;br&gt;* Músculo flexor comum dos dedos;&lt;br&gt; * Exocitose dentro do túnel;&lt;br&gt;* Deformidade em valgo do retropé. Se há histórico de tensão do nervo tibial aumentada com a inversão e a dorsoflexão do pé;&lt;br&gt;* Gravidez;&lt;br&gt;* Trauma direto e até mesmo calçados apertados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;EPIDEMIOLOGIA&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;A presença de problemas do pé tem uma proporção geral de 10%, e em idosos esta varia de 53 à 95%. A face plantar proximal é o local mais freqüente de dor no pé, clinicamente falando, é mais comum em mulheres do que em homens. A metatarsalgia é o problema mais comum que causa dor no pé.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A síndrome do túnel do tarso é relativamente pouco freqüente dentro das causas de dor no pé. É observado principalmente nas mulheres entre 45 e 50 anos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;FATORES DE RISCO&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Trabalho excessivo, trauma, exercício repetitivo, fratura ou presença de outra doença reumática primária (artrite reumatóide, por exemplo). Cistos, tumores, tenossinovites, varizes, deformações congênitas, gota, Diabetes Mellitus e obesidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;EXAMES&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Exame clínico de palpação, percussão e dobramento do pé, eletroneuromiografia, ressonância magnética, radiografias, exames de sangue básicos de reumatologia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;b&gt;- Testes:&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Sinal de Tinel do pé: percutir a área em cima do nervo tibial posterior com um martelo de reflexos neurológico. Parestesias irradiando-se para o pé são indicadores de uma irritação do nervo tibial posterior que pode ser causada por uma constrição do túnel do tarso.&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Teste do Torniquete: enrolar um manguito de esfigmomanômetro em torno do tornozelo afetado e inflá-lo até imediatamente acima da pressão arterial sistólica do paciente. Manter por 1 a 2 minutos. A compressão da região pelo manguito acentua o estreitamento do túnel, aumentando, assim, a dor do paciente. Se for provocada dor ou se a dor existente for exacerbada, então haverá suspeita de um comprometimento do túnel társico.&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Teste da dorsiflexão-eversão: reproduzir a compressão do nervo tibial pelo retináculo flexos que se localiza atrás do maléolo tibial. Reproduz a sintomatologia da Síndrome do túnel do tarso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Pulso vascular: verificar o comportamento das pulsações do pé patológico e comparar com o sadio.&lt;br&gt; DIAGNÓSTICO &lt;br&gt;&lt;br&gt;Os antecedentes e a clínica conformam a entidade sindromática. Que poderia ajudar no diagnóstico da eletromiografia (EMG) e na velocidade da condução nervosa (VCN) quando o examinador tem experiência com esta patologia.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na EMG se observam fibrilações no adutor do hálux, 81% das respostas de síndrome do túnel do tarso com a EMG são positivos. &lt;br&gt;&lt;br&gt;As modalidades mais corretas de diagnóstico da síndrome do túnel do tarso sugerem um exame atroscópico do seio do tarso e EMG dos músculos peroniais os quais mostram mudanças características. Borrelli e Arenson (1987) afirmaram que essa anormalidade ocorria em 75% dos ciclos de passos durante a caminhada. Bernstein, Bartolomei e McCarthy (1985) por outro lado, mostraram que um EMG anormal do músculo peronial desaparecia após uma anestesia local do seio do tarso e reaparecia após a metabolização do anestésico. Estes exames apenas usados para exame pré-operatório.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A injeção de anestésico local no seio társico é o diagnóstico mais comum na clínica. Se a dor e a sensação de instabilidade forem aliviadas após uma anestesia local é um sinal característico de síndrome do túnel do tarso. No entanto, radiografias do seio do tarso não mostram nenhuns sinais significativos de patologia. (Giorgini e Bernard, 1990)&lt;br&gt; &lt;br&gt;Liboratore e Lemont (1987) sugeriram que a palpação direta não era correta porque o ligamento astragalo-peronial anterior seria comprimido simultaneamente devido à sua proximidade. Ainda foi sugerida a utilização da ponta não aguçada de um lápis para localização da dor, mas devido à sua característica de ser macio ao toque a palpação bilateral deveria ser utilizada para obter melhores resultados.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Na VCN se observa latência motora distal, latências terminais nos músculos adutores dos quinto dedo (nervo plantar lateral) maiores a 7ms são anormais, latência terminal do adutor do hálux (inervado pelo nervo plantar médio) maiores de 6,2ms se consideram anormais.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Eventualmente, a ressonância nuclear magnética seria usada para identificar gânglios ou massa extrínsecas e o sítio específico da compressão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em um estudo e viu que 32 pés submetidos à descompressão do túnel do tarso, só 2 teriam estudo do eletrodiagnóstico e 18 eram positivos para compressão no túnel do tarso. Portanto em 31 meses de seguimento, não se encontrou correlação entre a clínica e os resultados destes estudos. Isto sugere que é na clínica que deve predominar o momento de tomar a decisão terapêutica.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;- Causas de Tarsalgias&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Fascite plantar: sensibilidade aumentada na origem da fascia plantar (tubérculo medial do calcâneo);&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Apofisites do calcâneo;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Síndrome de tarsalgia idiopática;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Síndromes sistêmicas: metabólicas (Gota e Pseudogota), Diabetes Mellitus, Síndrome de Paget, Artrite inflamatória (Artrite Reumatóide, Síndrome de Reiter, Espondilite Anquilosante, Artrite Psoriásica, etc.);&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Neoplasias benignas e malignas; &lt;br&gt;&lt;br&gt;* Traumáticas: em tecido adiposo plantar (os sintomas duram por 6 meses), fraturas por stress, fraturas agudas, contusões de tecidos moles, trauma repetitivo, feridas abertas;&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Pouca quantidade de tecido adiposo plantar: a disposição no talo tem uma anatomia especializada com pequenas camadas de tecido adiposo dividido por septos fibrosos;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Compressão do nervo plantar lateral: os ramos motores inervam o músculo adutor do quinto dedo (e possivelmente o quadrado lombar plantar e flexor curto dos dedos) e os ramos sensitivos as regiões profundas. O nervo corre profundamente através da fascia profunda do adutor do hálux e dali vai lateral e transversalmente desde a superfície até o quadrado ( e profundamente com respectivo flexor curto dos dedos) em seu trajeto para inervar o adutor do quinto dedo. O nervo se comprimirá na borda superior da fascia do adutor do hálux e na borda mais medial da fascia plantar. As demais poderia comprimir a borda medial do quadrado. A compressão ocorre na direção vertical e horizontal aproximadamente na face medial plantar do talo. A tuberosidade do calcâneo fica justo na planta do nervo e poderia contribuir para sua compressão ou irritação. Pensa-se que os pacientes com pés planos possuem uma maior possibilidade de apresentar esta compressão;&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Compressão do ramo calcâneo: os ramos nervosos que inervam a porção medial do talo passam medialmente (superficial) com relação o músculo adutor do hálux e usualmente não estão envolvidos com a compressão do nervo plantar lateral. Alguns autores sugerem que o valgo do pé pré-dispõe os trotadores à compressão do ramo. Latências terminais do adutor do hálux (o crural é inervado pelo nervo plantar medial) maior 6,2ms é normal;&lt;br&gt; &lt;br&gt;* Hérnia de disco;&lt;br&gt;&lt;br&gt;* Neuropatia periférica: podem ser de agudas (Síndrome de Guillian Barre) à crônicas (Porfiria Aguda Intermitente, Charcot Marie Tooth), deficiência de vitaminas, carcinomas, enfermidades de células plasmáticas, entre outros. &lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt; &lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#000000"&gt;COMPLICAÇÕES&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#000000"&gt;Poderia produzir uma compressão iatrogênica ao realizar liberação do túnel do tarso com o pé plano concomitante, o que provocaria uma tensão do nervo tibial posterior, explicando assim o mau resultado cirúrgico. Se reportando para estes casos a realização de uma prótese no calcâneo que reduzirá a tensão do nervo. Outras complicações que não diferem de qualquer outra cirurgia, compreendem em infecções e retardo na cura das incisões operatórias.&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt; &lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font color="#000000"&gt;TRATAMENTO&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O tratamento pode ser feito de 4 formas: &lt;br&gt;&lt;br&gt;1. Clínico: antiinflamatórios, corticóides na crise e infiltrações.&lt;br&gt;&lt;br&gt;2. Ortopédico: suporte de tornozelo externo para manter o pé em uma posição correta. Usa-se para evitar que as forças continuem comprimindo o nervo.&lt;br&gt; &lt;br&gt;3. Cirúrgico: a descompressão está indicada para aqueles casos confirmados com lesões que ocupam espaço. &lt;br&gt;&lt;br&gt;4. Fisioterápico: o tratamento fisioterápico será utilizado para diminuir o edema ou não deixar que ele ocorra. &lt;br&gt; &lt;br&gt;- Pré-cinético: TENS, Ultra-som, laser, criomassagem, ou seja, as modalidades analgésicas e anti-inflamatórias, exceto calor profundo;&lt;br&gt;&lt;br&gt;- Cinético: A princípio, alongamento completo, mobilização acessória, exercícios passivos; Quando houver melhora da dor, deve-se continuar com o alongamento e com a mobilização, acrescentando exercícios ativos e propriocepção para fortalecimento dos músculos e estabilização da articulação. O tratamento deve ser feito tanto no pós-cirúrgico, quanto nos casos em que o paciente não faça a cirurgia.&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#000000"&gt;CONCLUSÃO &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt; &lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ao término do presente trabalho conclui-se que esta síndrome é a condição resultante da compressão do nervo tibial posterior pelo ligamento do tornozelo, sendo freqüente história de fratura ou luxação antiga do tornozelo, caracterizando-se por dor e formigamento nos dedos dos pés e na região plantar, principalmente à noite, sendo mais comum em mulheres entre 45 e 50 anos.Pode ser confirmada através de testes e exames complementares.Uma das complicações é o risco de infecções e seu tratamento é feito de uma forma multidisciplinar (clínico, ortopédico, cirúrgico e/ou fisioterápico) como vimos no desenvolvimento&lt;/div&gt; &lt;/div&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-6903939510886124505?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/6903939510886124505/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/sindrome-do-tunel-do-tarso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6903939510886124505'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/6903939510886124505'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/sindrome-do-tunel-do-tarso.html' title='Sindrome do tunel do tarso'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-5177561262172945233</id><published>2009-07-21T19:37:00.001-07:00</published><updated>2009-07-21T19:37:19.205-07:00</updated><title type='text'>Fratura de Olécrano</title><content type='html'>&lt;br clear="all"&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;O processo do olecrano é uma grande eminência que compreende as porções proximal e posterior da ulna. Ele se encontra em uma posição subcutânea, que o torna especialmente vulnerável a traumatismo direto. Junto com a porção proximal do processo coronóide o olecrano forma a incisura sigmóide maior da ulna, uma depressão profunda que serve como articulação com a tróclea e que permite movimentação apenas no plano antero – posterior e fornece ao cotovelo estabilidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;MECANISMO DE LESÃO&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Fraturas do olecrano ocorrem em resposta a três tipos principais de lesão. Trauma direto, com uma queda sobre a ponta do cotovelo ou um golpe direto no olecrano, muitas vezes resulta em uma fratura cominutiva.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Trauma indireto, com uma queda sobre a mão estendida com o cotovelo em flexão, acompanhada por uma forte contração do tríceps, pode resultar em uma fratura transversa ou obliqua através do olecrano e finalmente, uma combinação de trauma direto e indireto, na qual tanto a contração muscular quanto o trauma direto atuam juntos, pode produzir fraturas cominutivas com desvio.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;SINAIS E SINTOMAS&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Geralmente ocorre um derrame hemorrágico na articulação que em aumento de volume e dor no olecrano. Também pode haver um sulco palpável no local de fratura, acompanhado de arco de movimentação doloroso e limitado.&lt;br&gt; &lt;br&gt;A incapacidade de estender o cotovelo ativamente contra a gravidade é o sinal mais importante a ser obtido; ele indica descontinuidade do mecanismo do tríceps.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;CLASSIFICAÇÃO&lt;br&gt; &lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;I- Fratura sem desvio&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;II- Fraturas com desvio&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;A. Fratura por avulsão&lt;br&gt;&lt;br&gt;B. Fraturas oblíquas e transversas&lt;br&gt;&lt;br&gt;C. Fraturas cominutivas&lt;br&gt;&lt;br&gt;D. Fraturas - luxações&lt;br&gt; &lt;br&gt;Para ser considerada não desviada, uma fratura do olécrano deve ter desvio menor que 2mm, nenhum aumento neste grau de separação com flexão a 90 graus do cotovelo, e capacidade do paciente de estender ativamente o cotovelo contra a gravidade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;As fraturas com desvio incluem todas aquelas que não preenchem os critérios precedentes, e estas usualmente exigem redução aberta e fixação interna.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;TRATAMENTO&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;O objetivo de todas as fases do tratamento será a prevenção da miosite ossificante.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;&lt;br&gt;FASE DE IMOBILIZAÇÃO ABSOLUTA&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Nessa fase os pacientes precisam de um gesso axilar palmar para manter a redução da fratura. A duração dessa fase é muito variável de uma fratura para a outra.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os objetivos são diminuir o edema e a dor, prevenir os efeitos da imobilidade e corrigir a postura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para ajudar na reabsorção do edema, se recomenda uma posição elevada da extremidade durante o repouso e freqüente mobilizações dos dedos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;FASE DE IMOBILIZAÇÃO RELATIVA&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Os objetivos são os mesmos da fase anterior, ainda que nesta esteja incluído o aumento do arco articular, posto que seja permitido solicitar um mínimo de atividade.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Será utilizado a crioterapia como analgésico e antiinflamatório várias vezes ao dia e se esperará que o edema comece a reduzir para iniciar a mobilização do cotovelo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Serão realizadas mobilizações de flexo-extensão e prono-supinação de forma ativa ou autopassiva. &lt;br&gt; &lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;FASE DE PÓ – IMOBILIZAÇÃO&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;Os objetivos são prevenir a miosite, ganhar arco articular e iniciar o fortalecimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Será realizada crioterapia antes e depois da mobilização.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Os exercícios serão de flexo-extensão e prono-supinação e se ainda existir edema,serão realizados em decúbito supino,com o braço em elevação para favorecer o retorno venoso.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;b&gt;&lt;font color="#800000"&gt;FASE DE RECUPERAÇÃO FUNCIONAL&lt;br&gt; &lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;br&gt;Nessa fase os objetivos são recuperar todo o arco articular e fortalecer a musculatura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A remissão do edema terá ocorrido e já poderemos utilizar a termoterapia. Também se efetuarão exercícios pendulares do ombro com pesos na mão, para favorecer a extensão, e exercícios de prono-supinação com pesos para ganhar os últimos graus destes movimentos.&lt;br&gt; &lt;br&gt;Nessa fase já se pode fazer massagem para ativar a circulação e preparar a musculatura para o trabalho de fortalecimento. Assim se iniciará o fortalecimento analítico da flexão, com o antebraço em pronação, em supinação, e em posição intermediária. Faz-se também o fortalecimento de tríceps contra a gravidade colocando o paciente em decúbito prono com o ombro em abdução de 90 ° e o cotovelo na borda da cama. E, finalmente, para o fortalecimento global da extremidade, poderá ser aplicada a técnica de Kabat ou PNF. &lt;br&gt; &lt;br&gt;Se o paciente apresenta uma ferida ou incisão cirúrgica aderida aos planos profundos, estará indicada a massagem de deslocamento sobre a cicatriz.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;FASE DE RESOLUÇÃO&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt; Nessa fase recomendamos a prática da natação e, sobretudo os esportes com bola, nos quais se realizem lançamentos e rebote da bola sobre o chão.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;font color="#800000"&gt;&lt;b&gt;COMPLICAÇÕES&lt;br&gt;&lt;/b&gt;&lt;/font&gt;&lt;br&gt;As complicações que costumam a parecer são as rigidez articular e o déficit de extensão. A rigidez articular se deve a aderências ou à aparição de miosite ossificante. &lt;br&gt; &lt;br&gt;O déficit aparece em pacientes portadores de material de osteossíntese, ainda que se recupere a normalidade uma vez extraído o material.&lt;br&gt; &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-5177561262172945233?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/5177561262172945233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/fratura-de-olecrano.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5177561262172945233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/5177561262172945233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/fratura-de-olecrano.html' title='Fratura de Olécrano'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-7219960701132110684</id><published>2009-07-15T18:55:00.000-07:00</published><updated>2009-07-15T18:55:00.362-07:00</updated><title type='text'>Dvd de Fisioterapia na ATM</title><content type='html'>Manter-se atualizado na correria do dia a dia é uma dificuldade de todo fisioterapeuta que se forma e "perde" o acesso a informações atualizadas como artigos e matériais especificos para um assunto. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei satisfeita quando eu vi um site sério como o &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net"&gt;Cds Universitarios&lt;/a&gt; oferecendo material atualizado e especifico para cada assunto. Foi assim que eu encontrei o Dvd de &lt;a href="http://www.cdsuniversitarios.net/dvd-fisioterapia-atm.html"&gt;Fisioterapia na Disfunção Temporo Mandibular&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale a pena conferir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;------------&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este post é um &lt;a href="http://blog.chakalat.net/2009/02/publicidade-nos-blogs.html"&gt;publieditorial&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-7219960701132110684?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/7219960701132110684/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/dvd-de-fisioterapia-na-atm.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7219960701132110684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/7219960701132110684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/dvd-de-fisioterapia-na-atm.html' title='Dvd de Fisioterapia na ATM'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-207552764170832786</id><published>2009-07-04T18:54:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T22:51:21.745-07:00</updated><title type='text'>Testes Ortopédicos do Ombro</title><content type='html'>Teste do Supra-espinhal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indica alteração do supra-espinhal que é testado pela elevação ativa do membro superior (no plano da escápula) em extensão e rotação neutra, contra resistência oposta pelo examinador, a resposta poderá ser apenas dor na face antero-lateral do ombro acompanhada ou não de diminuição de força ou mesmo da incapacidade de elevar o membro superior indicando desde tendinites até roturas completas do tendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste de Jobe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente faz elevação ativa do membro superior (no plano da escápula) em extensão e rotação interna contra a resistência oposta pelo examinador, posição que sensibiliza a tensão exercida no tendão do supra-espinhal; a resposta poderá ser apenas dor na face antero-lateral do acompanhada ou não de diminuição de força ou mesmo da incapacidade de elevar o membro superior indicando desde tendinites até roturas completas do tendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste do Bíceps (Speed)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Indica a presença de alteração da cabeça longa do bíceps e é testado pela flexão ativa do membro superior, em extensão e rotação externa, contra a resistência oposta pelo examinador; o paciente acusa dor ao nível do sulco intertubercular com ou sem impotência funcional associada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste do Subescapular de Gerber&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente coloca o dorso da mão ao nível de L5 e procura ativamente afastá-la das costas rodando internamente o braço, a incapacidade de faze-lo ou de manter o afastamento, se feito passivamente pelo examinador, indica grave lesão do subescapular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste da Apreensão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O examinador, colocando-se por trás do paciente, faz, com uma das mãos, abdução, rotação externa e extensão passivas forçadas do braço do paciente, ao mesmo tempo que pressiona com o polegar da outra mão a face posterior da cabeça do úmero; quando há instabilidade anterior a sensação de luxação eminente provoca temor e apreensão do paciente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teste da Instabilidade Posterior&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O examinador faz a adução, flexão e rotação interna passiva do braço do paciente procurando deslocar posteriormente a cabeça do úmero; quando há instabilidade posterior a cabeça do úmero resvala na borda posterior da glenóide e subluxa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-207552764170832786?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/207552764170832786/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/testes-ortopedicos-do-ombro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/207552764170832786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/207552764170832786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/testes-ortopedicos-do-ombro.html' title='Testes Ortopédicos do Ombro'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2842389310679085156</id><published>2009-07-04T05:23:00.000-07:00</published><updated>2009-07-04T05:30:37.741-07:00</updated><title type='text'>Video: Testes para coluna vertebral</title><content type='html'>&lt;object width="480" height="385"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AhOQpi5rMaU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/AhOQpi5rMaU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça Terapias manuais dentro da fisioterapia. &lt;a href="http://www.chakalat.net/fisioterapia/terapiasmanuaisnafisioterapia.html"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2842389310679085156?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/2842389310679085156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/video-testes-para-coluna-vertebral.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2842389310679085156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2842389310679085156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/07/video-testes-para-coluna-vertebral.html' title='Video: Testes para coluna vertebral'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-2104948621666745539</id><published>2009-06-28T18:50:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T22:51:21.365-07:00</updated><title type='text'>PLICA SINOVIAL PATOLÓGICA</title><content type='html'>A plica sinovial é um tecido embrionário presente no joelho de mais de 70% da população e que geralmente passa despercebido por uma vida inteira. No entanto se torna patológica em alguns atletas devido a grande quantidade de estresses mecânicos sofridos durante a prática esportiva, provocando a sua inflamação e espessamento causando muita dor. Pode também se irritar por excesso de uso, traumatismos (caídas, acidentes) ou por condições inflamatórias locais. Essa dor pode ser aguda, por queimação, inchaço, estalos. Com a flexão se escuta um clik (estalo). Se palpar na parte dolorosa medial que é mais freqüente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico será mediante a história clínica, exame físico, raio X, ressonância magnética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada mais é que um espessamento da cápsula articular que, se for presa (mordida) pela articulação, ela se torna inflamada e as mordidas se tornam mais freqüentes. Um tratamento visando a eliminação desse processo inflamatório é primeiramente conservador no qual o atleta é afastado de suas atividades para tratamento médico a base de antiinflamatórios visando à eliminação desse processo inflamatório e fisioterápico, com fortalecimento muscular pode resolver. Em último caso, se a dor não cessar, é indicado artroscopia para raspagem dessa plica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Dr. Edgard A Muñoz V. As plicas sinoviais não são elementos anatômicos recentemente descritos. A princípios desde 1919, foi descrita anatomicamente o Dr. Mayeda no Japão e posteriormente em 1939 outros japoneses, o Dr. Lino, em estudo com artroscopia. O conhecimento real das plicas, e sua significação clínica desenrolaram, realmente na década dos anos setenta, com trabalhos importantes piblicados por Hughston, Patel Dandy e Watanabe entre outros, nas clinicas ortopédicas de Norte - América. Recorda muito bem do impacto que os ortopedistas da minha geração ocasionou uma decepção desta nova entidade clínica, da qual segue sendo motivo de interesse e curiosidade para muitos colegas. São muitos pacientes com causas que se diagnostica “plica sinovial“ erroneamente, confundindo com problemas como fenômenos que desencadeia dor anterior da patela (rótula), como pode, ser uma instabilidade patelar, síndromes de hiperpressão. Condromalácia patelar de diversas patologias ou qualquer outra patologia articular. Parece importante que façamos abertura sobre o efeito protagônico que desempenham as plicas sinoviais como elementos etiológicos de uma enfermidade articular. Há poucos anos se consideravam estas bandas intraarticulares como elementos patológicos. Hoje se consideram as plicas sinoviais como elementos anatômicos normais, em razão a que se encontram dentro do joelho de uma altíssima porcentagem da população que produzem sintomas de disfunção articular. Só uns 5% dos pacientes com plica sinovial são sintomáticos. Isto implica que uma coisa é um paciente com plica sinovial e outra é um paciente com síndrome de plica sinovial, cujas diagnóstico quase se leva por exclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem quatro tipos de plicas sinoviais: a suprapatelar (a mais freqüente), a medial, a inferior o ligamento mucoso é constante e lateral que é raríssima. A suprapatelar tem muitas formas, pode ser completa ou incompleta e está encontrada na área suprapatelar como seu nome indica. Pode se sintomática quando está perfurada, dividindo em dois a cavidade articular; isto impede o funcionamento normal do músculo genu articular e se produz em dor suprapatelar. O diagnóstico se estabelece quando a distensão da cavidade articular com solução salina, e artroscópicamente. A plica medial se origina na parede interna da articulação a nível suprapatelar e pode emergir de uma plica principal, se dirige obliqua e distalmente cruzando por sobre o côndilo femoral medial, de maneira que se interpõe entre a patela e o côndilo, para terminar na fossa intercondiliana. Esta plica medial é de maior influencia em produzir sintomas, como dor, pseudobloqueios e crepitação. Ao exame sua palpação é dolorosa e se localiza em área para-patelar interna; e a dor se atenua se apalparmos medialmente a rotula. A plica infrapatelar o ligamento mucoso, vai desde a infrapatelar a região intercondiliana e em ocasiões se divide em dois compartimentos esta área. Quando se apresenta esta eventualidade, se pode associar a menisco discóideo externo. A plica sinovial lateral é muito rara, quase uma curiosidade, se dispõe de maneira similar a medial pelo sue aspecto externo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plicas sinoviais tornam-se sintomáticas como conseqüência de um traumatismo direto e secundário a fenômenos de excesso de uso no desenvolvimento de práticas desportivas. A síndrome da plica sinovial se deve manejar em principio com tratamento conservador a base de repouso. O repouso consiste em suspender as atividades desportivas muitas desaparecem os sintomas. Se o problema se persistir a melhor solução é a artroscopia da plica sinovial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) CASO CLÍNICO – ATACANTE RECUPERA DE CIRURGIA NO JOELHO. FISIOTERAPEUTA RICARDO PEDREIRA EXPLICA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atacante se recupera de cirurgia no joelho. Fisioterapeuta Ricardo Pedreira explica. 06/10/2003&lt;br /&gt;O atacante Cláudio já iniciou a fisioterapia para a recuperação total de uma cirurgia, a qual foi submetido na ultima sexta-feira, na clinica Day Hospital, em salvador. O jogador sofreu uma artroscopia no joelho esquerdo, realizada pelo Dr. Antonio Sergio Passos (Ortopedista), para retirada de uma “ética sinovial patológica”. No caso de Cláudio o tratamento conservador não foi o suficiente, o problema persistiu e ele teve que se submeter a artroscopia. Segundo o fisioterapeuta Ricardo, a cirurgia foi um sucesso. “A plica sinovial que se encontrava bastante espessada, foi resseccionada através de um aparelho de rádio freqüência, o qual queima esse tecido sem provocar sangramento, ajudando com que a reabilitação seja ainda mais rápida”, definiu o fisioterapeuta Ricardo. Cláudio começou a fisioterapia e deve ser entregue ao departamento de Preparação Física em torno de 15 a 20 dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) CASO CLINICO – CORRELACIONAMENTO CLINICO-ARTROSCOPIA EM DIAGNÓSTICO DE PLICA SINOVIAL PATOLÓGICA DA RÓTULA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBJETIVO: Este trabalho se realizou com a finalidade de estabelecer a comparação entre o quadro clinico e os trabalhos artroscópicos, o diagnóstico de plica sinovial sintomática medial da rótula. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MATERIAL E MÉTODOS: De 340 procedimentos artroscópicos da rotula efetuados entre janeiro de 1996 e dezembro de 2000. O diagnóstico preparatório em 52 incluiu a surpresa de ética sinovial medial. Havia antecedente traumático em 66% dos casos. A sintomatologia mais freqüente foi: crepitação, dor. Também se estudou a comparação entre a eficácia do diagnostico preparatório realizada pelos cirurgiões ortopedistas do mesmo departamento e ética sinovial, só em 27 casos de ética se confirmou por artroscopia (52%). Nos 25 casos restantes o quadro foi produzido por outras lesões que assemelham com os sintomas de plica sinovial com lesões em menisco e foi medial ou lateral e condromalácia da rótula. Dos 27 casos diagnosticados por artroscopia, só 12 haviam sido corretamente diagnosticados clinicamente, que foram 4 de 8 revisados por cirurgiões especialistas (50%) e 8 de 19 revisados por residentes (42%) do qual não significam uma diferença significativa entre ambos os grupos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CONCLUSÃO: observou-se que não é rotina pensar em plica sinovial como diagnóstico de primeira intenção, nem entre cirurgiões e nem entre residentes. Sem embasamento, aonde o diagnóstico, e o tratamento se tem na maioria dos casos por artroscopia, não deve abandonar a pontualidade diagnóstica da exploração clinica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRATAMENTO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fortalecimento do quadríceps, programas de estiramentos, crioterapia (três vezes ao dia) ajuda a diminuir a inflamação.&lt;br /&gt;- Analgésicos antiinflamatórios não esteróides (AINES).&lt;br /&gt;- Artroscopia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-2104948621666745539?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/2104948621666745539/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/06/plica-sinovial-patologica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2104948621666745539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/2104948621666745539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/06/plica-sinovial-patologica.html' title='PLICA SINOVIAL PATOLÓGICA'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7689053135929801413.post-1043310790580252454</id><published>2009-06-24T18:50:00.000-07:00</published><updated>2009-07-08T22:51:20.904-07:00</updated><title type='text'>DOENÇAS ORTOPÉDICAS CONGÊNITAS</title><content type='html'>Neste trabalho, abordaremos as principais características das doenças congênitas, ou seja, as doenças que afetam os recém-nascidos. Explicaremos as diversas patologias ortopédicas que acometem as crianças e suas formas de tratamento relacionados as mesmas. São elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pé torto eqüinovaro congênito;&lt;br /&gt;• Pé plano / pé chato;&lt;br /&gt;• Escoliose congênita;&lt;br /&gt;• Joelho varo;&lt;br /&gt;• Joelho valgo ou geno valgum;&lt;br /&gt;• Torcicolo muscular congênito;&lt;br /&gt;• Luxação congênita do quadril;&lt;br /&gt;• Coxa valga;&lt;br /&gt;• Coxa vara;&lt;br /&gt;• Pé escavado ou pé cavo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos o objetivo: descrever a incidência de cada patologia, suas etiologias, o tratamento clínico, tratamento fisioterápico, testes específicos para o pé plano ou pé chato, seus objetivos de tratamento e os tipos de órteses mais adequados a essa deformidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, abordaremos estes assuntos mais detalhadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pé torto eqüinovaro congênito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pé torto eqüinovaro congênito é uma patologia complexa CUJB etiologia não foi ainda totalmente elucidada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a deformidade mais freqüente que envolve as articulações do tornozelo, subtalar e mesotársica. O pé apresenta-se com flexão plantar adução e inversão. Anatomicamente, o defeito primário é a subluxação medial e plantar do complexo articular talocalcâneo-navículo-cuboídeo que ocorre durante o desenvolvimento embrionário. Podendo ser unilateral ou bilateral.&lt;br /&gt;Incidência&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência do pé torto congênito é de 2,17 casos para cada 1.000 nascidos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Etiologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A etiologia do pé torto congênito ainda não foi descoberta. A grande variabilidade dessa anomalia no que se refere ao grau de deformidade, resistência ao tratamento clínico, presença de outras malformações associadas, acúmulo familiar e consangüinidade entre os pais nos conduzem a aceitar uma etiologia multifatorial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias teorias surgiram com relação a etiologia, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teoria esquelética: o defeito primário estaria na deformidade dos ossos do retropé, principalmente o tálus;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;-  Teoria muscular: pesquisas com microscopia eletrônica revelaram alterações importantes nas fibras musculares dos pacientes portadores de pé torto congênito;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teoria neurológica: alterações primárias nos nervos periféricos seriam responsáveis pela ocorrência das deformidades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teoria vascular: as anomalias arteriais em fetos e embriões seriam responsáveis por uma "crise vascular", determinando uma área de necrose na região no nó de Henry;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teoria da "parada do desenvolvimento: o pé permaneceria em seu estado embrionário desde o terceiro mês de gestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas essas teorias tentaram explicar o aparecimento do pé torto congênito, entretanto nenhuma delas conseguiu explicar todos os casos. Portanto, mais uma vez aceitamos que a etiologia do pé torto seja multifuncional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pé torto pode aparecer como deformidade isolada ou acompanhado de outras malformações. E podemos dividi-lo em quatro grupos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Idiopático: Ocorre como deformidade isolada sem qualquer acometimento de outras estruturas músculo-esqueléticas. Pode ser uni ou bilateral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Teratológico: deformidade associada a alterações neuromusculares.&lt;br /&gt;Geralmente bilateral. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sindrômico: quando faz parte de uma síndrome bem definida, por exemplo: Freeman-Sheldon, Down, Picre-Robin, Larsen etc. Geralmente bilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Postura!: é o "falso pé torto", ou seja, o pé apresenta-se na posição de eqüinovaro, porém é redutível e não apresenta as deformidades estruturais clássicas. Pode ser uni ou bilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento clínico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for diagnosticado precocemente, o tratamento pode ser conservador. Neste caso realiza-se o estiramento passivo gradual, corrigindo-se o pé lentamente para a posição correia e a seguir, se possível, o pé é levado para a posição abduzida e evertida. Essas posições podem ser mantidas em talas de metal ou com aparelho gessado. Acredita-se que esta conduta apresenta as seguintes vantagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O joelho em flexão relaxa o músculo tríceps sural e facilita a correção do eqüinismo;&lt;br /&gt;- Facilita a confecção do gesso quando é realizada no sentido proximal para distal: fixando-se o joelho, podemos trabalhar melhor o pé;&lt;br /&gt;- Evita que o gesso saia em casa, principalmente quando a adução está corrigida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se usa o aparelho gessado, ele é mantido por aproximadamente 3 meses (no início ele é trocado semanalmente e, depois, a cada 2 ou 3 semanas). Este aparelho mantém o quadril e o joelho fletido em um ângulo de 90° .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento Fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o nascimento, quando a condição é leve e o pé está relativamente móvel, pode-se realizar o alongamento passivo. É muito importante, fixar a extremidade da tíbia e manter o joelho fletido durante os alongamentos para evitar danos nas epífises (lateral, distai e fibular) e na articulação do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se usa a bandagem adesiva, para manter a posição correia, e será aplicada pelo fisioterapeuta e deve ser trocada de 2 a 3 vezes por semana. Também devemos ter cuidado com a circulação, para evitarmos feridas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a deformidade não puder ser corrigida conservadoramente, será necessária a cirurgia. No pós-cirúrgico o membro será mantido com gesso por 2 ou 3 meses. Após a retirada do gesso, deve-se realizar movimentos passivo e ativos de abdução e eversão e fortalecimento de dorsiflexores e eversores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Caso a criança já ande, devemos ensinar bom padrão de marcha, e caso ela ainda não ande, devemos observá-los quando começar a andar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pé plano / Pé chato&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pé plano, vulgarmente chamado de pé chato é uma deformidade que provoca um enorme desperdício de energia, que mais cedo ou mais tarde cobrará seu preço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até os três anos, o pé da criança tem um grau maior de mobilidade que o pé do adulto, devido à maior elasticidade ligamentar peculiar do início da vida. Este fato, aliado ao alargamento da base de sustentação da criança no início da marcha, facilita a queda do calcâneo em valgo, fazendo com que o arco longitudinal desapareça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O músculo tibial posterior, é o principal responsável por esta condição, e ele já está fraco por falta de uso até o momento, fica com sua força mais diminuída ainda, devido ao desvio sofrido por sua inserção. As funções de sustentar o arco desaparecem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A clínica pode refletir um cansaço mais fácil aos esforços, uma dor na face medial e posterior da perna ou mesmo a falência total dos pés numa certa época da vida. Eles ficam rígidos, dolorosos e sem capacidade de exercer sua função primordial que é a marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra situação dúbia é a queda fácil e freqüente. O equilíbrio depende da maturidade do indivíduo, e nele participam visão, audição, coordenação motora, orientação espacial, esquema corporal e outros fatores de difícil "mensuração". Não é fácil, por isso, quantificarmos o papel do pé plano nessa condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O diagnóstico, portanto, é essencialmente baseado nos achados do exame físico. Os pés devem ser inspecionados com o paciente andando normalmente, correndo, andando nas pontas dos pés e nos calcanhares. Podendo utilizar também o podoscópio, indispensável para examinar o pé apoiado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento clínico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os casos de pé chatos postural é indolor em crianças, em geral não requerem tratamento, mas é preciso aconselhar quanto ao uso do calçado adequado para que a criança mantenha os pés bem livres, andando descalça em solo irregular e limpo ou com calçados bem leves, como o tênis, dando condições para musculatura trabalhar livre e naturalmente. Nos adultos, o tratamento depende da causa e da presença de alguma anomalia estrutural. O pé chato doloroso devido a estresse ocupacional pode ser tratado pelo fisioterapeuta e pelo aconselhamento. Se o paciente for obeso, deve ser orientado no sentido da dieta. Se houver deformidade fixa, os calçados ortopédicos ou as palmilhas podem trazer alívio. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para aliviar a dor e, se possível, restaurar a função.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas crianças, se o pé tiver boa mobilidade, deve-se fortalecer os músculos que sustentam o arco, principalmente o tibial anterior e posterior e flexor longo e curto dos dedos. Se as articulações estiverem rígidas, junto com o fortalecimento, realiza-se exercícios ativos do pé e tornozelo (flexão plantar, caminhar na areia, pisar em bolinhas, cabo de vassouras rolando para frente e para trás, colocar uma toalha no chão e fazer com que a criança puxe a toalha com os dedinhos). Realizar alongamentos e mobilizações passivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos adultos deve-se aliviar a dor com repouso e técnicas específicas (água morna, massoterapia, banho de contraste, tens, hidromassagem para os pés). Quando a dor diminuir, utilizar exercícios ativos e resistidos, do pé e tornozelo. Além disso, não podemos esquecer da correção geral da postura e da marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escoliose congênita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escoliose é o termo que designa um desvio da coluna vertebral no plano frontal. É uma patologia que aparece e progride, principalmente, em pacientes em fase de crescimento, sendo, portanto, uma doença da infância e adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria das curvaturas congênitas aparece e é visível ao nascimento. Entretanto, algumas anormalidades congênitas leves podem não aparecer durante o crescimento. Em geral, o uso de colete nestas curvaturas é ineficiente e, se houver progresso da curva, será necessária à cirurgia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento clínico-conservador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a curva for leve (menor que 20 graus), será adequada uma consulta clínica anual para radiografia e fotografias clínicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a curva for de etiologia apropriada e não grave o suficiente para a cirurgia, o tratamento com colete será o de escolha. O uso do colete também pode ser indicado para segurar a coluna de uma criança até que esta atinja a idade adequada para cirurgia. O tratamento é feito com colete de Milwaukee, combinado com exercícios específicos. Em muitos casos, o colete deve ser usado por um período de 23 horas por dia, sendo retirado apenas para o banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais indicações para a cirurgia são as seguintes: compressão medular, progressão da curva, dor intensa, dificuldade respiratória e estética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O principal procedimento cirúrgico é a fusão espinhal com ou sem instrumentação com haste de Harrington.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente devemos retirar a dor do paciente com recursos antálgicos como: crioterapia, criomassagem, tens, calor superficial (infravermelho) ultra-som etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a retirada da dor do paciente, poderemos começar com os exercícios. Se houver rigidez articular devemos realizar exercícios ativos assistidos ou ativos livres da coluna e dos membros superiores e inferiores. Os exercícios devem ser direcionados para o sentido contrário ao da curvatura. É muito importante realizar fortalecimento muscular do tronco e dos membros. Todos os exercícios podem ser realizados com ou sem o colete. Sem esquecer devemos também reeducar a postura e a marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelho varo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O joelho varo ou geno varum é geralmente encontrado no recém-nascido, e envolve o fêmur e a tíbia. Onde a tíbia está aduzida em relação ao fêmur. Alguns autores ressaltam que esta deformidade é de maior ocorrência entre os 14 e 36 meses de vida. O varismo fisiológico corrige-se espontaneamente nos primeiros dois ou três anos de vida, e geralmente não requer tratamento ortopédico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato que mais chama a atenção dos pais é a deformidade. Queixas como dor, desequilíbrio postura! e retardo do início da marcha são pouco freqüentes havendo no entanto uma associação entre o joelho varo fisiológico e o início da deambulação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O varismo pode ser diagnosticado através do goniómetro (aparelho utilizado para mensurar a amplitude articular dos movimentos). E é medido com a criança em posição ortostática, com os pés aduzidos entre si e em rotação neutra. O goniómetro é colocado no vértice de deformidade e seus braços devem coincidir com os eixos longitudinais do fêmur e da tíbia, com base em medidas clínicas realizadas com o goniómetro. Em 1993, foi observado que o alinhamento femoro-tibial só é alcançado aos 14 meses de idade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento clínico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas deformidades mais acentuadas, o objetivo do tratamento ortopédico é mudar a distribuição das forças compressivas que de forma anormal atuam sobre a epífise medial retardando o seu crescimento. Portanto, recomenda-se o uso de calçados com cunhas laterais no solado, e para as deformidades mais graves, o uso de órteses noturna ou diurnas, bem como de gesso e cunhas sucessivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente devemos usar os recursos antálgicos para retirar a dor do paciente, se ele tiver dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos utilizar calor superficial, hidroterapia, eletroterapia, crioterapia, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a utilização dos recursos antálgicos, podemos começar a com movimentos passivos a ativos, alongamento da musculatura adutora (medial e fortalecer a musculatura abdutora lateral).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Joelho valgo ou geno valgum&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser encontrado também como joelho valgo fisiológico e geralmente ocorre em crianças na faixa etária compreendida entre dois e sete anos aproximadamente. O limite da anormalidade de valgo é de 10°, sendo tolerada normalidade mais acentuada nas meninas por apresentarem diâmetro bitrocantérico maior. A obesidade também aumenta este tipo de valgismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criança com valgismo fisiológico tem um comportamento físico normal, embora o aspecto estético dos joelhos chame a atenção dos pais. Nos casos mais acentuados, a criança anda com dificuldade e se queixa de cansaço nas pernas, ocorrendo nos esforços e, principalmente, quando corre batendo um joelho no outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O valgismo clínico é medido com a criança na posição ortostática. O goniómetro deve ser centrado no joelho com seus braços coincidindo com os eixos longitudinais da coxa e da perna. Avalia-se o valgismo medindo a distância intermaleolar com a criança em ortostatismo e os joelhos em contato entre si. O valor do comprimento até 10cm é considerado normal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento clínico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas crianças mais novas, o joelho valgo deve ser observado, pois apresenta grande probabilidade de correlação espontânea. Nos casos com angulação igual ou maior que 10cm, são indicadas botas ortopédicas com cunhas mediais. E para as deformidades maiores, o uso de tutores noturnos ou quição diurnos é recomendado, bem como gesso e cunhas. A correção deve ser progressiva e lenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos começar o tratamento utilizando os recursos antálgicos. Logo após podemos realizar movimentos passivos a ativos, alongamento da musculatura e ligamentos da face lateral do membro inferior e fortalecimento intensivo da musculatura da face medial (adutores). Após o reequilíbrio muscular realizar a reeducação da postura e da marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Torcicolo muscular congênito&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O torcicolo congênito caracteriza-se por uma retração unilateral do esternocleidomastóideo que ocasionará um mau colocamento da cabeça em flexão, inclinação lateral e rotação do lado oposto à retratação, devido a má posição da cabeça pode ocorrer um desconforto ocular em virtude do desequilíbrio dos músculos extra-oculares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após ter eliminado o torcicolo ligado a uma má formação osteoarticular, será preciso distinguir dois tipos de torcicolo no recém-nascido:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. O verdadeiro torcicolo muscular congênito deve-se provavelmente a um mau posicionamento uterino (compressão e isquemia muscular) onde o desvio característico da cabeça estará freqüentemente associado a uma assimetria facial e mesmo do crânio. Existirá, então, uma verdadeira distrofia do esternocleidomastóideo, e será detectada rapidamente após o nascimento. O tratamento conservador poderá ser efetuado diretamente, mas quase sempre a cirurgia será necessária. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. O torcicolo do bebé caracteriza-se pela presença, no músculo esternocleidomastoidiano, de uma tumefação de forma ovóide a nível de 1/3 inferior. Este tumor aumentará até o segundo mês, e depois será absorvido, podendo a posição da cabeça corrigir-se sozinho, mas podendo também se definir e agravar. Uma retração do trapézio superior pode vir associada. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento pode ser conservada e cirúrgica. No conservador recorrerá sobretudo à cinesioterapia e ao cuidado de posicionamento. E no cirúrgico, consistirá numa secção alargada do músculo que ocorrerá a partir de um ano e meio a dois anos. O recurso será a cinesioterapia intensiva, pós-operatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento pré-operatório podemos fazer massagem flexibilizante + termoterapia; mobilização passiva suave e estiramento no sentido correto;&lt;br /&gt;movimentos ativos; correção da postura noturna e após a mobilização, num aparelho gessado; tonificação analítica dos músculos corrigidos a de formação;&lt;br /&gt;educação da postura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos também orientar aos pais para mudar a criança regularmente de posição e evitar as posições agravantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No tratamento pós-operatório, a assimilação dos exercícios será melhor e o tratamento mais rápido e eficaz. Após a retirada do aparelho gessado em supercorreção será feita: massagem cicatricial; mobilização passiva, suave e progressiva várias vezes ao dia em todos os eixos; mobilização ativa no sentido corretor sem, e depois com resistência. Para os mais novos indicamos jogos e solicitações diversas e para os mais velhos indicamos: participação voluntária e mais analítica. Reequilibrar toda a musculatura pericervical; reeducação da assimetria facial; ensinar os movimentos, posição, situações que ajudam a solicitação do pescoço no sentido corretor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reeducação e longa e dura aproximadamente dez meses, diária e depois três vezes por semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Luxação congênita do quadril&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um defeito mais freqüente em meninas, caracterizado pela perda de contatos normais entre a cabeça do fêmur e o acetábulo, com a cabeça se luxando progressivamente e com maior freqüência para trás (anteroversão da bacia e rotação interna do membro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deve-se com maior freqüência às más formações congênitas hereditárias do acetábulo e/ou da cabeça do fêmur (coxa valga), da cápsula e dos ligamentos. Pode ser unilateral ou bilateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gravidade poderá apresentar-se em 3 etapas no nascimento: um quadril simplesmente frouxo, um quadril luxável e instável (sinal de Barlow) e um quadril luxado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associado ao conhecimento dos antecedentes familiares e das condições mecânicas obstétricas, e à pesquisa de problemas posturais associados, uma pesquisa sistemática por ocasião dos exames neonatais dos sinais clássicos (limitação da abdução, sinais de Nelaton, de Ortolani ou de Hoffa, confirmados por RX) e um diagnóstico precoce devem permitir a aplicação de um tratamento simples de abdução não forçada (manutenção das coxas em abdução ou gesso de abdução progressiva) com freqüência é suficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A incidência aponta uma ocorrência de uma luxação congênita do quadril (LCQ) para cada 700 nascidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento é basicamente ortopédico, e era utilizado o método de Lorenz de redução manual sob anestesia, seguido de imobilização gessada em três tempos, foi abandonada devido ao risco de osteocondrites. Já o método de Sammerville é de tração lenta e progressiva para fazer com eu a cabeça desça ao nível do acetábulo e ligá-la corretamente no acetábulo evitando a osteocondrite femural. Este método obedece a três grandes princípios: lentidão, progressividade e controle. Passando por diferentes etapas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• 45 dias - tração longitudinal c/ progressividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• 3 a 4 meses - gesso pélvico-podálico em abdução, rotação interna do quadril e flexão do joelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cirurgia complementar de correção femural ou de acetábulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Após aproximadamente 8 meses: O resultado é normalmente bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Durante tração e durante o gesso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Evitar a posição sentada, controlar as lesões cutâneas e os edemas.&lt;br /&gt;- Fazer exercícios respiratórios e de manutenção da mobilidade articular e da força dos membros superiores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Gesso de abdução com quadris livres:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mobilização passiva, sem dar em flexão, extensão abdução e rotação interna.&lt;br /&gt;- Colocar o paciente em decúbito ventral 1h por dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Após a retirada do gesso:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Recuperar a amplitude articular.&lt;br /&gt;- Tonificar o músculo glúteo médio.&lt;br /&gt;- Modelar reciprocamente o núcleo cefálico e do acetábulo pela imobilização.&lt;br /&gt;- Posicionamento manual suave.&lt;br /&gt;- Hidrocinesiologia&lt;br /&gt;- Mobilização passiva, suave, mais ativa assistida depois ativa do quadril, joelho e pé.&lt;br /&gt;- Fortalecer os músculos glúteos médio, psoas, glúteo máximo, quadríceps, tríceps, ísquios tibiais.&lt;br /&gt;- Fortalecer o pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coxa valga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma deformação unilateral ou bilateral do quadril, caracterizada por um aumento do ângulo cervicodiafisário do fêmur (+ de 130°) com o membro inferior em abdução e rotação externa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coxa valga pode ser congênita, essencial do adolescente (onze a doze anos), muitas vezes conseqüência de uma subluxação do quadril e caracterizada pelo fato de que a pessoa manca (Trendelenburg) e quadril dolorido, ou pode ser sistemática; osteomielite, paralisia cerebral, ocasionando com freqüência a luxação paralítica).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A marcha será instável, os pés afastados e em rotação interna com sinal de Trendelenburg.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento será cirúrgico em caso de luxação ou de subluxação (barbatanas, osteostomia de varização).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus principais sintomas são o cansaço rápido, a claudicação (mancar) e dores nas sobrecargas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos jovens as dores são raras, desde que uma boa função muscular possa compensar a anomalia da estrutura esquelética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Conservador&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termoterapia, hidroterapia, massagem descontraturante e antálgica se houver dores.&lt;br /&gt;Mobilização ativa do quadril e colocação em carga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Postura da carga em decúbito lateral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reequilíbrio das forças musculares: glúteo médio, glúteo mínimo, adutores em curso interno e concêntrico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cinesioterapia e orientação de atividades de vida diária de coxartrósico desde o aparecimento dos menores sinais de coxartrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Pós-cirúrgico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termoterapia, Tens, massagem, laser, calor superficial entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer exercícios respiratórios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Iniciar com exercícios ativos livres e os exercícios resistidos, só são iniciados quando a consolidação da osteotomia for confirmada no RX. Realizar correção da postura geral e da marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coxa vara&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é caracterizada por uma diminuição do ângulo entre o colo e a diálise femural que é em média 120 a 140 graus. Pode ocorrer unilateralmente ou bilateralmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ocorre uma distorção do eixo diafisário e uma torção do colo em tono do seu eixo, com o membro inferior estando em abdução, rotação interna e retraído.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderá ocasionar por isso diversas deformações na coluna (escoliose, lordose lombar se for bilateral), dos joelhos e dos pés (pé chato valgo) e mancar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua etiologia pode ser congênita (vara), raquítica, epfisiólise da cabeça femural ou sintomática: fratura mal reduzida, coxalogia, artrite deformante , osteomielite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento pode ser cirúrgico nos casos mais graves (osteotomia de valorização), podendo o cinesioterapeuta intervir na ocasião do tratamento conservador da epilisiolise da cabeça femural e para uma melhora funcional nos casos não operados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termoterapia, eletroterapia e massagem antálgica e flexibilizantes (abdutores e isquiotibiais)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mobilização do quadril ativa e ativo-passivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Redução do apoio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reequilíbrio das forças musculares: abdutores, trabalhar com moderação, adutores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tonificar os paravertebrais e abdominais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar conexão da postura e da marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os adultos, orienta-los para as atividades diárias e preveni-los aos primeiros sinais da coxartrose.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;• Cirúrgico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É o mesmo tratamento da coxa valga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pé escavado ou pé cavo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um aumento do arco plantar que freqüentemente é acompanhado de valgo, ou do varo da parte anterior do pé e de dedos em "garras". Geralmente é hereditário e evolutivo, e os pés cavos neurológicos relacionados com uma distonia ou uma paralisia conseqüente de uma deformação vertebral ou a desordens nervosas centrais (poliomielite). No adolescente e no adulto, os pés cavos flexíveis no início na criança, perdem progressivamente a flexibilidade e terão tendência a fixar-se com garra característica dos artelhos, ocasionando calos e pontas que podem ser dolorosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tratamento é conservador, mas poderá ser cirúrgico se os pés não estiverem fixados e com muitas dores ou evoluindo rapidamente para os pés cavos neurológicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tratamento fisioterápico&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente retirar a dor do paciente com calor superficial, banho de contraste, parafina etc. Realizar movimentos ativos e passivos de todo o pé e tornozelo, alongamento intensivo da região da planta do pé, exercícios resistidos para os músculos intrínsecos do pé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É muito importante que o paciente use palmilhas corretivas durante o dia e calha durante a noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizar correção da postura geral e da marcha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pé plano&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma característica queda do arco plantar longitudinal, associada quase sempre a um valgismo do calcâneo, de grau variável. A simetria e a flacidez do pé plano indicam bom prognóstico, na criança; já a rigidez e a simetria estão quase sempre associadas a outras patologias, indicando um mau prognóstico. Na evolução do pé plano flácido na criança, 65% corrigem-se espontaneamente até 5-6 anos de idade; 30% corrigem-se incompletamente, mas podem ser considerados pés funcionalmente suficientes; 5% chegam à adolescência acentuadamente planos e, destes, 3% tornam-se funcionalmente insuficientes e dolorosos. Assim, num paciente de 2 a 3 anos com pé plano o uso de sapato apropriado, exercícios ativos e passivos e, eventualmente, uso de palmilhas. Nos pacientes de 9 a 12 anos, que apesar do tratamento conservador prolongado ainda mantêm os pés planos, há indicação para tratamento cirúrgico, eu consiste em osteotomia do calcâneo ou em transferência tendinosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Testes específicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao avaliar o paciente seguiremos um critério ditado pelo próprio desenho do pé: a função de apoio (como respondem suas estruturas à carga), de estática (como repercute seu alinhamento nas articulações superiores e na estática geral do indivíduo) e de translação (comportamento do pé na dinâmica da marcha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O paciente será colocado em uma posição elevada eu permita ao examinador observar com comodidade; este se colocará por trás para poder constatar a postura do retropé e o alinhamento do calcâneo e dos maléolos com o objetivo de determinar o defeito encontrado. No caso do pé plano valgo, observa-se uma aproximação dos maléolos e uma separação dos calcâneos. Em seguida o examinador se colocará à frente para observar a pronação do dorso do pé (valgo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para examinar os arcos plantares será recomendado o emprego de um podoscópio ou a realização de um fotopodograma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Objetivos do tratamento:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na criança, os objetivos serão a correção máxima e o fortalecimento muscular com reeducação dinâmica da estática e da marcha. São aconselhados o uso de calor, as massagens, os banhos alternantes para ativar a circulação e a realização de mobilizações com terapia manual. É muito importante dizer, que na criança, o uso do calor e de mobilizações manuais devem ser feitos a partir dos 5-6 anos de idade para não deformar o arco plantar na sua formação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tipos de órteses:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez em que o pé esteja relaxado, se colocará uma órtese (palmilha) destinada não a corrigir estruturas, mas sim a dar um apoio adequado e proporcionar conforto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O material para a confecção das órteses plantares é variado, podendo ser rígido (de duralumínio), semi-rígido (de borracha ou cortiça) ou flexível (silicone). Nas crianças serão indicados todos eles, sempre que sejam revistos, periodicamente, e remodelados, pois o próprio calor da pele e o peso as deformam. Finalmente deve-se assinalar que todos as palmilhas deverão chegar somente até a cabeça dos metatarsianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A deambulação e a postura da criança ficarão comprometidas pela evidente plantificação total do pé e elevadas cargas fisiológicas sobre o arco plantar plano (ou chato).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conclusão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluímos por meio deste, que as doenças ortopédicas congênitas na criança podem ser tratadas conservadoramente e funcionalmente com resultados positivos para o paciente, se forem diagnosticadas precocemente pelo médico e tratadas correia e adequadamente pelo terapeuta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abordamos as doenças mais comuns na infância e algumas de origem rara e não tanto comuns nessa faixa etária. Vimos também que o uso de órtese ortopédicas irá auxiliar a essa criança a se locomover ou deambular com mais facilidade, a melhorar o equilíbrio neuromotor, a força muscular e a postura geral do segmento corporal como um todo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7689053135929801413-1043310790580252454?l=fisioterapianaortopedia.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/feeds/1043310790580252454/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/06/doencas-ortopedicas-congenitas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1043310790580252454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7689053135929801413/posts/default/1043310790580252454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://fisioterapianaortopedia.blogspot.com/2009/06/doencas-ortopedicas-congenitas.html' title='DOENÇAS ORTOPÉDICAS CONGÊNITAS'/><author><name>Dani Souto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12333900397296115857</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' name='OpenSocialUserId' value='00491303766630288586'/></author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></entry></feed>